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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Assentados têm dificuldade de acessoa crédito e serviços de saúde, diz estudo do INCRA.

A maior parte dos assentados do país está insatisfeita com o acesso a hospitais e postos de saúde (56%) e reclama da má qualidade das estradas vicinais de acesso aos assentamentos (57%). E quase metade (48%) não teve acesso aos financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). É o que indica uma pesquisa do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que identificou o perfil e o nível de satisfação das famílias assentadas no país.
 
“Precisamos investir ainda muito na saúde nos assentamentos”, reconheceu o presidente do Incra, Rolf Hackbart.
 
A falta de assistência técnica, uma das exigências para conseguir o financiamento, é o principal obstáculo para obtenção do crédito. Em 2010, o orçamento do Incra para assistência técnica era de R$ 300 milhões. Porém, caiu pela metade com o contingenciamento determinado pelo governo federal.
 
Segundo o coordenador da pesquisa, César Schiavon, de 25% a 30% das famílias não têm acesso ao crédito porque vivem em assentamentos novos, em fase de estruturação e sem assistência técnica. O processo para entrar no Pronaf leva de um a dois anos.
 
Diferenças de renda.
A pesquisa comparou a renda de famílias em assentamentos de Santa Catarina e do Ceará. A discrepância regional é grande. Enquanto no estado do Sul 27% das famílias têm renda acima de cinco salários mínimos, a maioria das famílias que vivem em assentamentos no Ceará (29%) ganha menos de um salário mínimo. “Integrar a economia regional e gerar renda são os grandes desafios em qualquer região”, afirmou o presidente do Incra.
 
Mais da metade dos entrevistados consideram que as condições de vida apresentaram melhora em comparação à situação anterior nos quesitos alimentação (56,3%), educação (56,1%), moradia (55,7%), renda (55%) e saúde (43,3%).
 
A maioria também respondeu ter acesso à água (78,98%), enquanto o fornecimentos ininterrupto de energia elétrica só está disponível para 43,86% dos entrevistados. Mas, no Nordeste, 35% não têm acesso adequado ao abastecimento de água. A fossa simples é a principal forma de tratamento de esgoto, adotada por 34,3% dos assentamentos, seguida pela fossa negra (29,83%). Mas só 1,14% dos entrevistados dispõem de rede de saneamento básico, enquanto 0,39% dos assentados não contam com nenhum tipo de tratamento.
 
A pesquisa traz um perfil das famílias assentadas. Em geral, têm quatro ou mais membros, com média de 20 anos de idade. Os homens são maioria em 53,42% delas. A escolaridade é baixa: 42,88% dos assentados só cursaram da primeira à quarta séries, contra 5,23% com ensino médio completo e 0,51% com diploma de ensino superior. As casas têm mais de cinco cômodos.
 
O Incra ouviu 16,1 mil famílias assentadas entre 1985 e 2008, em todos os estados e no Distrito Federal.

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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

MDA e INCRA/RN promovem Feira da Agricultura Familiar e Reforma Agrária.


O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) promovem de 16 a 18 próximos (de quinta-feira a sábado), a I Feira Estadual da Agricultura Familiar e da Reforma Agrária e a II Feira de Economia Feminista e Solidária do Rio Grande do Norte. Em parceria com governo do Estado, prefeitura, arquidiocese de Natal e  instituições governamentais e não-governamentais.  A Feira é uma das ações do Programa de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (Aegre/SDT), com apoio do Centro Feminista 8 de Março e do Instituto de Assessoria a Cidadania e ao Desenvolvimento Sustentável (IDS)

Quatro estandes e 115 barracas serão montados ao lado da Catedral Metropolitana de Natal, na Cidade Alta, participam 230 expositores. Dos 115 grupos, 80 são constituídos somente por mulheres e 35 grupos mistos.  A principal idéia da feira é promoção, divulgação e comercialização dos produtos agroecológicos, da economia solidária, de agroindústrias familiares e de artesanato produzidos por grupos de mulheres e mistos das áreas rurais e urbanas do Rio Grande do Norte. 

Destaque. 
Destaque para os 80 grupos de mulheres rurais e urbanas, oriundos da pesca artesanais, assentamentos da Reforma Agrária e Crédito Fundiário, extrativistas, aqüicultoras, quilombolas e indígenas. São trabalhadoras rurais dos Territórios da Cidadania do Açu/Mossoró, Sertão do Apodi, Mato Grande, Seridó, Sertão Central, Traíri, Potengi e região Metropolitana de Natal. 

Nos três dias do evento serão comercializadas hortaliças orgânicas frescas, comidas típicas, quitutes derivados de peixes e mariscos, doces, biscoitos, queijo, manteiga da terra, bolos, cocadas, mel de abelha, castanha de caju, artesanato em palha, renda e crochê. O pescado, com a comercialização de tilápia (posta, filé e in natura) ganha atenção como um dos produtos que poderão ser encontrados durante o evento. 

A Feira pretende apresentar as potencialidades do Estado a partir de produtos baseados na agricultura familiar, artesanato e agroecologia. Também traz à discussão o conceito de economia solidária como nova proposta frente ao sistema econômico vigente. A produção baseada na economia solidária é feita sem exploração da mão-de-obra, do solo e dos recursos naturais e preza pelo respeito ao meio ambiente e ao ser humano. 

Segundo informações do governo federal, as mulheres representam mais da metade da população brasileira. Elas são as mais afetadas pelos processos migratórios e cada vez mais assumem a responsabilidade pelo grupo familiar que integram. A presença na economia rural é marcada por uma forte divisão sexual do trabalho, expressa na concentração das mulheres em atividades voltadas para o consumo familiar. Tais atividades são realizadas predominantemente sem remuneração e, portanto, não vinculadas à comercialização.

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Incra e DER iniciam obras de recuperação de estradas em 16 assentamentos do RN.

Passado o período das chuvas, a superintendência regional do Incra do Rio Grande do Norte e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) iniciaram as obras de recuperação das estradas vicinais que dão acesso aos projetos de assentamentos em três diferentes Territórios da Cidadania no estado. Serão beneficiados 16 assentamentos nos territórios do Apodi, Açu/Mossoró e Mato Grande. O superintendente regional do Incra, Paulo Sidney Gomes, estará nesta sexta-feira (6) na região de Mossoró e Apodi para acompanhar as obras.
 
No total, serão construídos ou recuperados 228,25 quilômetros de estradas, que apresentam condições precárias de tráfego. O convênio para implantação e melhoria dos 228,25 quilômetros de estradas está orçado em cerca de R$ 8,9 milhões, sendo que 90% deste total é oriundo do Incra e o restante do DER. Caberá ao DER a contratação de empresas para realização dos serviços de limpeza, terraplenagem e revestimento em piçarra.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Assentamento Santa Fé recebe licença de instalação do IDEMA.

O Incra no Rio Grande do Norte recebeu a Licença de Instalação e Operação (LIO) do assentamento Santa Fé, em São Miguel do Gostoso, localizado no Território da Cidadania do Mato Grande (RN). Esta é a primeira LIO emitida pelo Instituto de Defesa do Meio Ambiente (Idema/RN) em 2010 para assentamentos rurais do estado.

As licenças são documentos que permitem ao Incra dar início ao processo de regularização do passivo ambiental nos assentamentos. Elas são fruto de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), assinado pelo Incra, Ibama, Idema e Ministério Público Federal, em julho de 2008. De acordo com o Termo, todos os 285 assentamentos federais do Rio Grande do Norte devem estar licenciados até 2011.

Para que a LIO seja emitida, o Incra requer ao Idema a emissão do documento dos assentamentos definidos como prioridades pelos órgãos ambientais. Normalmente, são localidades que apresentam alguma irregularidade ambiental como área degradada, desmatada ou que sofreu queimadas. Um grupo de técnicos do Incra, formado por engenheiros e biólogos, define quais são os assentamentos prioritários.

Com a LIO emitida esta semana, esse é o terceiro documento de licença ambiental deste tipo recebido pelo Incra após a assinatura do TAC. As duas primeiras licenças foram emitidas no ano passado para os assentamentos Santa Elza (Mossoró) e Tião Carlos (Governador Dix-Sept Rosado), ambas na região Oeste potiguar. A previsão é que no decorrer dos próximos meses, as demais sejam emitidas, de forma mais rápida.

De acordo com o Setor de Meio Ambiente do Incra/RN, os documentos determinam a realização de várias ações para recuperação de áreas degradadas, recomposição e cercamento de área de reserva legal entre outros. As licenças têm prazo de quatro anos, podendo ser renovadas de acordo com a Lei 287/06, resolução do Conama que regula o licenciamento ambiental. “Esse documento é essencial e de muita importância, porque possibilita a liberação de créditos para as famílias beneficiárias da reforma agrária”, opinou o superintendente regional do Incra/RN, Paulo Sidney Gomes. 

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

INCRA/RN constrói primeiras casas com o novo valor do crédito.

O Incra no Rio Grande do Norte comemora a conclusão das primeiras casas edificadas com o aumento do crédito Aquisição de Materiais de Construção, no valor de R$ 15 mil. O crédito, antes no valor de R$ 10 mil, foi incrementado no final do ano passado para possibilitar a construção de casas maiores, com mais qualidade e melhor acabamento, melhorando as condições de moradia e de vida nos assentamentos rurais.

O Incra está construindo 751 moradias com o novo valor em 12 assentamentos criados nos últimos três anos, sendo a maioria nas regiões do Oeste e do Mato Grande. São cerca de 3.700 pessoas beneficiadas diretamente com a ação. Desde fevereiro passado, foram iniciadas as construções de 496 casas com o novo crédito. Outras 255 residências já estão com dinheiro em conta e deverão ser começadas ainda no primeiro semestre deste ano.

No assentamento Nove de Outubro, em Caraúbas, por exemplo, as primeiras casas foram concluídas na semana passada. Lá, 41 famílias terão suas moradias com dois quartos, sala, banheiro, cozinha e varanda. As residências medem 83 metros quadrados, 23 metros quadrados a mais que o padrão das casas construídas anteriormente pelo Incra.

Investimentos.
Somente com o Crédito Aquisição de Material de Construção, o Incra/RN está investindo mais de R$ 11,6 milhões. São recursos que têm transformado as agrovilas dos assentamentos em verdadeiros canteiros de obra, além de aquecer as vendas no comércio de material de construção no interior do Rio Grande do Norte. "Esta ação do Incra é tão grande e importante quanto às de políticas habitacionais realizadas pelos governos", afirmou o superintendente regional do Incra, Paulo Sidney.

“Casa maior, com compartimentos bem distribuídos, contribui para melhorar o bem-estar dos moradores e a receptividade da família”, afirmou o engenheiro civil do Incra, Francisco Picado. Para ele, o aumento do crédito possibilitou a construção de casas mais confortáveis e compatíveis com o tamanho da família que vive e trabalha no meio rural. Picado ressaltou também a construção das varandas. “Numa região quente, como é o Nordeste, a varanda esfria a temperatura do interior da casa, além de ser o melhor local para conversar com familiares e vizinhos”. O engenheiro civil lembrou ainda da tradição nordestina de descansar na rede armada na varanda.

Crédito Instalação.
O Crédito Instalação consiste no provimento de recursos financeiros sob a forma de concessão de crédito, aos beneficiários da Reforma Agrária, visando assegurar aos mesmos os meios necessários para instalação e desenvolvimento inicial e/ou recuperação dos projetos do Programa Nacional de Reforma Agrária.

O Crédito Instalação vem sendo concedido desde 1985, sendo um importante instrumento na implantação dos projetos de assentamento. Seus valores e modalidades vêm sendo adequados ao longo dos anos de modo a propiciar condições dignas de ocupação, de produção e manutenção das famílias na parcela rural. Em 2005, o Crédito Instalação passou a ter cinco modalidades. Em 2007, foi reabilitado o Crédito Produção, que se destina a recuperação da capacidade de acesso a novos créditos, possibilitando a quitação de financiamentos contraídos no âmbito do Programa Especial de Crédito para a Reforma Agrária - Procera. Em 2008, foram criadas mais duas modalidades, o Apoio Mulher e o Adicional Fomento. Em junho de 2009, surgiu mais uma modalidade, com a criação do Crédito Ambiental.

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INCRA emite Certificado de Cadastro de Imóvel Rural pela internet.                                                               

terça-feira, 13 de abril de 2010

INCRA investe R$ 52,8 milhões em reformas em reformas de 10.557 casas nos assentamentos do RN.

O sonho da casa própria reformada, com piso novo, quarto para os filhos, sala de TV, cozinha arejada e varanda ao redor da residência tornou-se realidade em 150 Projetos de Assentamentos (PAs) rurais do Rio Grande do Norte. De 2008 até agora, a Superintendência Regional do Incra/RN está investindo R$ 52,885 milhões para reformar 10.557 residências em todas as regiões do Estado. Até o início de abril, foram concluídas reformas em 4.456 habitações. Outras 2.661 estão sendo reformadas e 3.460 com recursos na conta das associações dos assentamentos para iniciar a recuperação ainda este semestre.
 
Os recursos são na ordem de R$ 5 mil para cada família, o que tem transformado as agrovilas dos assentamentos em verdadeiros canteiros de obra, além de aquecer as vendas no comércio de material de construção no interior do Rio Grande do Norte.
 
Oeste
No Território da Cidadania do Açu/Mossoró e do Sertão do Apodi, na região oeste do Estado, 3.510 trabalhadores assentados não terão problemas de goteiras no telhado e nem infiltração nas paredes com o início do período de chuvas. Em Mossoró, cidade do RN com maior número de famílias assentadas, 19 PAs estão com casas reformadas. Neste município, 1.260 famílias estão sendo beneficiadas, diretamente, com a ação. São investimentos que chegam a R$ 6,3 milhões somente em material de construção e mão de obra, na região de Mossoró e entorno."Esta ação do Incra é tão grande e importante quanto às de políticas habitacionais realizadas pelo governo e mercados imobiliários", disse o superintendente do Incra/RN, Paulo Sidney Gomes.

Histórico
 
A partir de 2007 o Incra criou o crédito Recuperação/Material de Construção, visando assegurar aos beneficiários da reforma agrária meios necessários para desenvolvimento e recuperação dos assentamentos, no valor de R$ 5 mil para cada família. A partir daí, os assentamentos mais antigos, que apresentavam residências mais deterioradas, foram contemplados com a reforma das casas.
 
As 10.577 famílias estão tendo a oportunidade de recuperar suas residências. Cada uma investiu da forma em que sonhou, dentro dos padrões e atendendo projeto de engenharia e arquitetura. A maioria aumentou o tamanho da casa, com construção de novos cômodos, varanda, banheiros e área de serviço.
 
Toda essa ação está sendo acompanha por um técnico do Incra, que participa desde a primeira reunião sobre a forma correta de aplicação do crédito até a qualidade do material de construção escolhido. O dinheiro não vai direto para o assentado, ele é repassado pelo Incra, mediante apresentação da nota fiscal, através de pagamento bancário, para a loja de material de construção contratada.
 
"Depois de reformada, a recuperação representa mais qualidade de vida e melhora da auto-estima das pessoas, além da concretização de sonho, de ter suas casas do jeito que sempre desejaram", disse Paulo Sidney.
Construídas no final dos anos 80 e início dos anos 90, as primeiras unidades habitacionais dos assentamentos apresentavam problemas de infraestrutura. Muitas estavam rachadas, sem piso, portas danificadas, sem pinturas e outros tipos de acabamentos. No período do inverno a situação era agravada em função de infiltração nas paredes e goteiras no telhado.A grande maioria dessas residências foi construída com crédito no valor de R$ 2,5 a 3,5 mil.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

INCRA emite Certificado de Cadastro de Imóvel Rural pela Internet.

Desde o dia 14 de dezembro, que está sendo permitido emitir pela Internet, por meio do site do Incra, o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR). O documento é indispensável para transações imobiliárias, como compra e venda de imóveis rurais, e para tomada de empréstimos junto aos bancos. Por meio dele, os órgãos oficiais confirmam que o imóvel está cadastrado no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR).


O CCIR passará a ser emitido anualmente e apenas pelo site do Incra. Até então, o documento valia por três anos, em média, e era enviado para o endereço dos proprietários dos imóveis. Com a emissão via web, o Incra vai economizar cerca de cinco milhões de reais, referentes ao contrato com os Correios. O novo documento terá um código de autenticação de fácil consulta pelo Portal do Incra e evitará ações fraudulentas que lesavam detentores de imóveis rurais. O documento deste ano substitui o dos anos anteriores.

Democratização do acesso.
Caso o cidadão não tenha acesso à Internet, ele poderá procurar a Unidade Municipal de Cadastramento (UMC) mais próxima de sua residência e realizar a emissão. Vinculadas às prefeituras, as UMCs estão presentes em aproximadamente 55% dos municípios brasileiros. Outra opção é procurar uma das unidades avançadas do Incra no estado ou ainda uma das 30 Superintendências Regionais do Incra, localizadas em todas as capitais do país e nos municípios de Santarém (PA), Marabá (PA) e Petrolina (PE).

A emissão do CCIR é gratuita. No documento, no entanto, consta uma taxa de serviços cadastrais, que deve ser paga até o dia 27 de janeiro, nas agências ou terminais de auto-atendimento da Caixa Econômica Federal, Lotéricas, Guichês Pontos de Venda, Internet Banking e Caixa Aqui. A taxa é recolhida e repassada diretamente para a Conta Única da União e serve para manter os serviços de cadastro de imóveis rurais. Ela é cobrada levando-se em conta o tamanho do imóvel em hectares. Como o CCIR atual vai corresponder aos anos de 2006, 2007, 2008 e 2009, a taxa será cobrada de acordo com o relativo exercício*. Para um imóvel com faixa de área de até 20 hectares, o valor de um exercício fica em torno de R$ 1,40.

Consulta de autenticidade.
Haverá no site do Incra um módulo direcionado aos cartórios, bancos, tribunais de contas, previdência social, entre outras instituições interessadas, para que possam checar a autenticidade do CCIR apresentado pelo contribuinte. A intenção é dar maior segurança aos negócios jurídicos, como transações de imóveis rurais e financiamentos bancários.

Emissão do CCIR em números.
Público interessado: detentores (proprietários e posseiros) dos quase 6 milhões de imóveis rurais cadastrados no SNCR.

Emissão pela Internet: a partir de 14 de dezembro.
Pagamento da taxa de serviços cadastrais: até 27 de janeiro (após a data, o pagamento será com multa e juros de mora).
O CCIR compreende os exercícios de 2006 a 2009, com validade até a próxima emissão geral, prevista para 2010.

Emissão do CCIR aqui
Consulta autenticidade do CCIR aqui

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