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quinta-feira, 6 de junho de 2013

RN é classificado como livre de aftosa e tem ganhos!

O Rio Grande do Norte já pode ser considerado área livre de febre aftosa com vacinação. A mudança de status, anunciada ontem pela governadora Rosalba Ciarlini, durante o lançamento da primeira etapa da campanha de vacinação contra a doença - que costuma contaminar principalmente bovinos - deve ocorrer entre junho e julho. 
A informação foi confirmada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, mas ainda deve ser oficializada. “O RN está livre da aftosa, com vacinação. Falta apenas a declaração do Ministério da Agricultura”, disse o secretário de Agricultura do estado, Júnior Teixeira.

De acordo com a assessoria de comunicação do Ministério, está sendo feito um estudo para contemplar uma área composta por sete estados do Nordeste - Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte - e do estado do Pará, que também passarão a ser classificados como áreas livres. “Só após a conclusão do trabalho é que será dado o reconhecimento nacional. O internacional só deve ocorrer no próximo ano”, informou. 

Com a reclassificação, o rebanho do RN, que até então era considerado área de risco médio de aftosa, poderá transitar com mais facilidade entre os estados e participar de feiras e exposições. A mudança, segundo  Júnior Teixeira, facilitará a comercialização de produtos e animais dentro e fora do país.

O setor produtivo comemorou a notícia. “A demora na reclassificação trouxe muitos prejuízos para o setor. Os maiores foram contabilizados pelos criadores de animais de raça e pelos criadores de gado leiteiro de qualidade. Eles foram impedidos de sair com o gado do RN, participar de feiras e exposições, e de fechar negócios”, afirma Marco Aurélio Sá, presidente da Associação Norte-rio-grandense de Criadores (Anorc). “Com a mudança de status, as barreiras fitossanitárias caem e negócios voltam a ser feitos”, acrescentou.

O Ministério da Agricultura disse que para considerar um estado livre de aftosa com vacinação avalia as condições técnicas e estruturais dos serviços veterinários e a ausência de circulação do vírus na área, além dos índices de vacinação. 

Fonte: Tribuna do Norte

Campanha Contra Febre Aftosa!


Fonte:Tribuna do Norte

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Vacinação contra febre aftosa é adiada para junho no RN!

A vacinação contra a febre aftosa foi adiada para junho no Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada em nota técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Além do RN, o calendário da primeira etapa da vacina, que começaria nesta quarta-feira (1º), foi adiado nos estados de Sergipe e Alagoas e em parte dos municípios de Minas Gerais e Pernambuco.

“A flexibilização nessas localidades é justificada pela falta de chuvas, que tem comprometido o abastecimento de água e até mesmo a alimentação dos rebanhos”, explicou o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques. Apesar não haver alterações no calendário da Bahia, 261 municípios do estado que decretaram situação de emergência serão acompanhados. Caso necessário, poderá ser adotada uma nova estratégia com tratamento diferenciado aos produtores que comprovarem não ter condições de vacinar seus animais.

No restante do país, a programação segue inalterada. Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Tocantins e Distrito Federal começam em maio a vacinação de todo o rebanho de bovinos e bubalinos, sendo que Amazonas e Pará iniciaram em março o processo de imunização. Já nos estados do Acre, Espírito Santo, Paraná, Rondônia (onde a campanha começou em abril) e São Paulo serão vacinados os animais com idade abaixo de 24 meses.

A expectativa do Ministério da Agricultura é que 166 milhões de cabeças sejam vacinadas nesta primeira etapa. De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária, Ênio Marques, o sucesso da campanha depende também da participação ativa dos produtores. “Estamos próximos de reconhecer o Brasil como livre de aftosa com vacinação, mas para isso é necessário que os produtores também colaborem, vacinando corretamente o gado e mobilizando os vizinhos para a campanha”.


Fonte: Tribuna do Norte

terça-feira, 1 de novembro de 2011

FEBRE AFTOSA

Começa hoje a segunda fase da campanha contra a Febre Aftosa

Entre os dias 1º e 30 de novembro, serão disponibilizadas 900 mil vacinas aos criadores, podendo superar a marca de 91,3% do total comercializado no semestre passado, quando foram vacinadas quase 900 mil cabeças. O número representa mais de 10% do índice de vacinação registrado em 2010.

Os pecuaristas poderão adquirir as vacinas nas lojas veterinárias credenciadas pelo Ministério da Agricultura em todo o estado. Na localidade que não houver disponibilidade, principalmente no interior e em regiões mais afastadas, as vacinas poderão ser compradas nos grandes centros mais próximos.

A partir do próximo ano, o Rio Grande do Norte poderá sair da área de risco médio para a área livre da febre aftosa com vacinação. Em 2011, todas as etapas da vacinação instituídas pelo Ministério da Agricultura foram cumpridas, o que torna o comércio do rebanho bovino livre de restrições sanitárias. O avanço no status potiguar em relação à febre aftosa cria novas perspectivas para atividades no estado, como a melhora nos setores turísticos, da saúde, aumentando a segurança para quem visita o Estado, e, sobretudo, na economia.

Procure a EMATER ou IDIARN de sua cidade para cadastrar o rebanho vacinado.

Fonte: Jornal De Fato(parcial)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Febre Aftosa: Rebanho Vacinado em Apodi.




Acabou no último dia 15 de junho o cadastro do rebanho bovino vacinado contra febre aftosa em Apodi. Foram cadastrados um total de 8.856 animais. Durante esta atividade alguns produtores também aproveitaram para quantificar o rebanho total, desta forma foram contabilizados 6.980 caprinos, 14.711 ovino, 1.116 suínos, 516 equinos e 11.831 aves. Para aqueles que por algum motivo, compraram a vacina, vacinaram seus animais mas não puderam cadastrar no prazo correto na EMATER, devem procurar o IDIARN em Mossoró para regularizarem esta situação.


Fonte: Marcela Felix (Analista de Extensão Rural)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Febre Aftosa!

Você que comprou a vacina contra febre aftosa, e já vacinou seu rebanho, mas ainda não cadastrou o rebanho vacinado, o período acaba amanhã (dia 15 de junho). Procure a EMATER do seu município, levando a nota fiscal da compra da vacina, e seus documentos pessoais. É um processo rápido e de grande importância para o nosso Estado.

Fonte: Marcela Felix (Analista de Extensão Rural)
Foto: Google imagens

sábado, 28 de maio de 2011

OIE declara zonas de proteção livres de aftosa com vacinação.

  
Rebanhos da Bahia, Tocantins e Rondônia conquistam reconhecimento internacional com a medida

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês) reconheceu, nesta quinta-feira (26/5) o status de livres de aftosa com vacinação das zonas de proteção da Bahia, do Tocantins e de Rondônia. O anúncio foi feito durante a 79ª Assembléia Geral de Delegados da OIE, que termina nesta sexta-feira (27/5), em Paris. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é representado no encontro pelo diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Henrique Marques.

Segundo o coordenador-geral de combate às doenças do Ministério da Agricultura, Orasil Romeu Bandini, as áreas já eram consideradas de proteção livres da doença com aplicação de vacina pelo Ministério desde a publicação da Instrução Normativa nº 45, de 28 de dezembro de 2010, mas ainda não tinham o
aval internacional. Com a resolução da OIE, as três unidades passam a ter o mesmo status sanitário em todo o território, sem restrições quanto ao comércio e trânsito de animais.

“Antes, era preciso fazer
quarentena e sorologia dos animais. Isso encarecia o processo e desestimulava a pecuária nessas regiões. A partir da declaração do governo brasileiro no final do ano passado, o valor do bezerro quase dobrou em alguns desses estados”, revela. 

As áreas foram estabelecidas para isolar parte da Bahia, do Tocantins e de Rondônia – consideradas livres da doença com vacinação pela OIE – de áreas fronteiriças com estados que têm status sanitário inferior, como Pernambuco, Piauí, Maranhão e Amazonas.

Na Bahia, a zona abrange oito municípios – Casa Nova, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Pilão Arcado, Buritirama, Mansidão, Santa Rita de Cássia e Formosa do Rio Preto –, com cerca de 10 mil criadores e um rebanho de aproximadamente 255 mil cabeças. No Tocantins, os municípios que compõem a área são: Barra do Ouro, Campos Lindos, Goiatins, Lizarda, Mateiros, Recursolândia e São Felix do Tocantins, onde o rebanho está estimado em 133,6 mil cabeças. Em Rondônia, a zona inclui o norte de Porto Velho e parte dos municípios de Canutama e Lábrea (localizados no Amazonas). 

Classificação

Hoje, 15 unidades da federação são reconhecidas pela OIE como livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará
e Boca do Acre, no Amazonas.

O estado de Santa Catarina é considerado pela OIE como livre da doença sem vacinação. O Ministério da Agricultura reconhece como risco médio de febre aftosa os seguintes estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco encontram-se Roraima, Amapá e as demais áreas do Estado do Amazonas.
 
Fonte:Revista Globo Rural

sexta-feira, 27 de maio de 2011

31 de Maio - Não Haverá Prorrogação

Dia 31 de maio é o último dia para adquire a vacina contra Febre Aftosa, devendo ser vacinado os bovinos e bubalinos (inclusive os recém-nascidos).

A Febre Afotsa é uma doença contagiosa, causada por vírus de rápida multiplicação, é transmitida por animais ou materiais infectados, veículos, equipamentos e pessoas que tiverem contato com o vírus.

VAMOS TORNAR O RN LIVRE DESSA DOENÇA
Somente com a vacinação você pode prevenir que seu gado não se contamine. Vacine seu rebanho e faça a sua declaração no escritório da EMATER. Com a declaração do rebanho você pode obter a guia de trânsição animal (GTA), indispensável para permissão de circulação do seu rebanho.

LEMBRE-SE
1º Etapa: 01 a 31 de maio de 2011
2º Etapa: 01 a 30 de Novembro

Fonte: ematerfelipeguerra.blogspot.com

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Começa a vacinação contra aftosa no Rio Grande do Norte!

Aplicação da dose em bois e búfalos se estenderá até 31 de maio no estado.

Pelo menos 90% do rebanho de bois e búfalos criados no Rio Grande do Norte devem receber, entre 1º e 31 de maio, a dose da vacina que protege contra a febre aftosa. O Rio Grande do Norte tem quase 40 mil propriedades rurais.

O fiscal federal agropecuário Eleu de Oliveira Pereira, do Serviço de Saúde, Inspeção e Fiscalização Animal Superintendência Federal de Agricultura no estado explica que as propriedades nos municípios que fazem fronteira com a Paraíba e o Ceará são consideradas propriedades de risco. “Nesses locais, bem como nos municípios que apresentaram índices de vacinação abaixo de 80% em outubro de 2010, as ações de educação sanitária e vacinações assistidas serão intensificadas”.

O rebanho potiguar representa uma pequena parcela do rebanho nacional, uma vez que há um predomínio de pequenos pecuaristas. “O maior produtor do estado possui uma média 6.000 cabeças de bovinos”, destaca Eleu Pereira. O predomínio é da pecuária leiteira, com quase 80% da carne consumida vinda de outros estados.
Para garantir o sucesso da campanha, o ministério tem promovido divulgações em rádios comunitárias, palestras em associações rurais, assentamentos e escolas. Faixas e cartazes serão colocados em locais estratégicos como nas associações rurais e revendas de produtos veterinários.

O pecuarista precisa declarar a vacinação do rebanho até 15 dias depois de aplicar a dose nos animais. Basta procurar uma Unidade de Saúde Animal e Vegetal (ULSAVs) ou um dos 150 Escritórios de Atendimento à Comunidade (EACs). O último caso de febre aftosa registrado no Rio Grande do Norte foi no ano de 2000, no município de Montanhas.
 
Fonte: Ministério da Agricultura

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Comissão define próximas etapas no combate à aftosa.

Encontro realizado em Recife aprova a criação de um fundo financeiro para aumentar apoio aos países mais fragilizados em relação à doença

Depois de dois dias de debate, os 11 países integrantes da Comissão Sulamericana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) divulgaram as resoluções para avançar no Plano de Ação 2011-2020 do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA). O anúncio foi no encerramento da 38ª reunião da Cosalfa, na última sexta, dia 1º, em Recife.

A principal decisão foi a criação de um fundo específico – mantido pelos setores privados das nações que formam a entidade. O recurso será utilizado no financiamento de cooperação técnica e apoio à erradicação do vírus da febre aftosa nos países que registraram casos recentes da doença, como Equador, Venezuela e Bolívia. O Brasil deverá colaborar com cerca de US$ 300 mil por ano.

Durante o encontro, os participantes solicitaram que o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa) coordene a realização de estudos complementares de variedades de vírus encontrados no Equador. Pediram, ainda, o fortalecimento das ações de fronteira internacional e a formação de um grupo de trabalho para identificar e implementar mecanismos de prosseguimento do PHEFA.

– Foram nove resoluções no total, além das discussões e informes importantes. Houve avanços em relação aos compromissos de alguns países da América do Sul para continuar com os programas estabelecidos. Acho que o bloco sai fortalecido para podermos avançar na erradicação da doença em um curto espaço de tempo – salienta o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Guilherme Henrique Marques.

Aproximadamente 350 profissionais dos serviços veterinários oficiais e representantes do setor privado dos países integrantes da Cosalfa ─ Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai ─ participaram do evento. Ficou decidido que o Paraguai sediará a 39ª reunião ordinária da Cosalfa, em 2012.


Avanços na América do Sul

Os programas de erradicação da febre aftosa da América do Sul mantêm uma cobertura de 100% do território (17,6 milhões de km2), com uma população animal estimada em mais de 325 milhões de cabeças de bovinos e bubalinos. Desse total, cerca de 88% são reconhecidos pela Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE) como livres da enfermidade. Apenas 11,2% estão em áreas que não são consideradas imunes da doença.

Durante 2010, os países sulamericanos, exceto Equador e Venezuela, não registraram a ocorrência de febre aftosa. No ano passado, os serviços veterinários oficiais atenderam a 1.210 notificações de rebanhos infectados com sintomas de outras doenças vesiculares. A maior parte ─ 650 casos ─ ocorreu na Colômbia, seguida de 313 registros no Brasil, 117 no Equador e 101 no Peru.

A estrutura dos serviços veterinários oficiais dos países integrantes da Cosalfa conta com 2.663 unidades locais de atenção veterinária, que incorporam um contingente humano formado por 7.238 profissionais. A grande maioria está lotada no campo (93%) e apenas 7% trabalham em laboratórios.

Os recursos financeiros destinados à execução dos programas nacionais de erradicação alcançaram US$ 1,06 bilhão no ano anterior, sendo US$ 652,9 milhões investidos pelo setor público e US$ 415,7 milhões da iniciativa privada.

No ano passado, na América do Sul, foram disponibilizadas 567,2 milhões de doses de vacina contra febre aftosa para uso nos programas nacionais de erradicação.

Fonte: Canal Rural