segunda-feira, 3 de maio de 2010

Emater-Apodi promove curso de capacitação em produção de doces.

Acontece, no próximo dia 11, na Emparn, o curso de Produção de Doces Caseiros. 

O curso, com carga horária de 8h, é promovido pela Emater-Apodi, e será ministrado pela nutricionista da regional de Mossoró, Leila Paiva, e pela pedagoga Ilka Lins. Serão contemplados os doces de goiaba, leite, mamão com coco e banana.

O curso é uma reivindicação dos agricultores cadastrados no Programa Compra Direta, e será pré-requisito para as próximas vendas. 

As vagas são limitadas e as inscrições já começaram! 
Quem se interessar, deve procurar Marcela Felix para fazer sua inscrição até o dia 10.

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INCRA/RN constrói primeiras casas com o novo valor do crédito.

O Incra no Rio Grande do Norte comemora a conclusão das primeiras casas edificadas com o aumento do crédito Aquisição de Materiais de Construção, no valor de R$ 15 mil. O crédito, antes no valor de R$ 10 mil, foi incrementado no final do ano passado para possibilitar a construção de casas maiores, com mais qualidade e melhor acabamento, melhorando as condições de moradia e de vida nos assentamentos rurais.

O Incra está construindo 751 moradias com o novo valor em 12 assentamentos criados nos últimos três anos, sendo a maioria nas regiões do Oeste e do Mato Grande. São cerca de 3.700 pessoas beneficiadas diretamente com a ação. Desde fevereiro passado, foram iniciadas as construções de 496 casas com o novo crédito. Outras 255 residências já estão com dinheiro em conta e deverão ser começadas ainda no primeiro semestre deste ano.

No assentamento Nove de Outubro, em Caraúbas, por exemplo, as primeiras casas foram concluídas na semana passada. Lá, 41 famílias terão suas moradias com dois quartos, sala, banheiro, cozinha e varanda. As residências medem 83 metros quadrados, 23 metros quadrados a mais que o padrão das casas construídas anteriormente pelo Incra.

Investimentos.
Somente com o Crédito Aquisição de Material de Construção, o Incra/RN está investindo mais de R$ 11,6 milhões. São recursos que têm transformado as agrovilas dos assentamentos em verdadeiros canteiros de obra, além de aquecer as vendas no comércio de material de construção no interior do Rio Grande do Norte. "Esta ação do Incra é tão grande e importante quanto às de políticas habitacionais realizadas pelos governos", afirmou o superintendente regional do Incra, Paulo Sidney.

“Casa maior, com compartimentos bem distribuídos, contribui para melhorar o bem-estar dos moradores e a receptividade da família”, afirmou o engenheiro civil do Incra, Francisco Picado. Para ele, o aumento do crédito possibilitou a construção de casas mais confortáveis e compatíveis com o tamanho da família que vive e trabalha no meio rural. Picado ressaltou também a construção das varandas. “Numa região quente, como é o Nordeste, a varanda esfria a temperatura do interior da casa, além de ser o melhor local para conversar com familiares e vizinhos”. O engenheiro civil lembrou ainda da tradição nordestina de descansar na rede armada na varanda.

Crédito Instalação.
O Crédito Instalação consiste no provimento de recursos financeiros sob a forma de concessão de crédito, aos beneficiários da Reforma Agrária, visando assegurar aos mesmos os meios necessários para instalação e desenvolvimento inicial e/ou recuperação dos projetos do Programa Nacional de Reforma Agrária.

O Crédito Instalação vem sendo concedido desde 1985, sendo um importante instrumento na implantação dos projetos de assentamento. Seus valores e modalidades vêm sendo adequados ao longo dos anos de modo a propiciar condições dignas de ocupação, de produção e manutenção das famílias na parcela rural. Em 2005, o Crédito Instalação passou a ter cinco modalidades. Em 2007, foi reabilitado o Crédito Produção, que se destina a recuperação da capacidade de acesso a novos créditos, possibilitando a quitação de financiamentos contraídos no âmbito do Programa Especial de Crédito para a Reforma Agrária - Procera. Em 2008, foram criadas mais duas modalidades, o Apoio Mulher e o Adicional Fomento. Em junho de 2009, surgiu mais uma modalidade, com a criação do Crédito Ambiental.

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INCRA emite Certificado de Cadastro de Imóvel Rural pela internet.                                                               

quarta-feira, 28 de abril de 2010

CONAB tem novo presidente.

O ex-diretor administrativo da Conab, Alexandre Magno Franco de Aguiar, é o novo presidente da estatal.

A nomeação foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Diário Oficial da União (DOU), publicado nesta quarta-feira, (28/04).

Aguiar esteve à frente da administração da estatal por dois anos. Nascido em 5 de dezembro de 1967, na Paraíba, João Pessoa, o novo presidente da Conab é formado em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais (Unipe) e servidor de carreira licenciado da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Ele desenvolveu sua carreira na área trabalhista. Já foi assessor jurídico da Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, do desembargador Federal do Trabalho, Paulo Américo Maia de Vasconcelos Filho e do juiz Ruy Eloy. Também foi diretor da Secretaria de Varas do Trabalho em João Pessoa e Picuí/PB e advogado militante na área do Direito do Trabalho, Civil e Administrativo.

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Mais Alimentos passa a ser política pública permanente.

O ministro do Desenvolvimento Agrário,  Guilherme Cassel, anunciou nesta segunda-feira, 26, na abertura da 17ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, em Ribeirão Preto (SP), que o Programa Mais Alimentos passará a ser uma política pública permanente. "Em primeira mão, quero dar uma boa notícia: o presidente Lula me autorizou a  anunciar que o Programa Mais Alimentos está perenizado. Agora não será mais anual, mas sim uma política pública permanente de Estado. E a linha de crédito será ampliada.” 

Cassel destacou que o Mais Alimentos é um programa de sucesso porque contempla crédito, assistência técnica, seguro agrícola e comercialização. E salientou que a parceria entre a agricultura familiar e a indústria tem permitido avanços na modernização das unidades produtivas familiares e a superação de gargalos de produção, armazenamento e distribuição. “Hoje temos um rural pujante, capaz de produzir alimentos para garantir a segurança alimentar”, disse o ministro. 

Dirigindo-se a Cassel, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wagner Rossi, afirmou: "Aqui está um ministro que é responsável por uma revolução, que fez com que o pequeno agricultor voltasse a produzir com o Programa Mais Alimentos. Ele está provocando a modernização do campo e aumentando a produção de alimentos". A importância do Mais Alimentos foi reforçada pelo vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchezan. “Quando o presidente Lula lançou o Programa, não imaginava a magnitude que ele tem hoje”. 

O Programa. 
O Mais Alimentos é uma linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Famíliar (Pronaf) destinada a modernizar as unidades produtivas da agricultura familiar. O limite de crédito por agricultor é de R$ 100 mil, que podem ser pagos em até dez anos, com até três anos de carência e juros de 2% ao ano. Os financiamentos contemplam projetos associados à produção açafrão, arroz, café, centeio, erva-mate, feijão, mandioca, milho, sorgo e trigo, além das atividades de fruticultura, olericultura, apicultura, aquicultura, avicultura, bovinocultura de corte, bovinocultura de leite, caprinocultura, ovinocultura, pesca e suinocultura. 

O alcance desta iniciativa foi ampliado pelo acordo firmado pelo MDA com a Anfavea, a Abimaq e o Simers, que garantem descontos de até 17,5% nos preços dos motocultivadores e tratores da linha agricultura familiar e de até 15% nos demais produtos. 

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Embrapa lança variedade e híbrido de girassol com ciclo precoce e alta produtividade.


Sob a coordenação do melhorista, Claudio Guilherme Portela de Carvalho, o programa de melhoramento genético da Embrapa Soja recomenda esta semana, em Brasília, durante o evento, "Ciência para a Vida", um híbrido e uma variedade de girassol. Bastante produtivos e de ciclo precoce, os lançamentos são adequados a todos os segmentos produtivos. Porém, enquanto um é capaz de resistir ao míldio, o outro apresenta menores custos de sementes e alta concentração de óleo nos grãos, respectivamente.

De acordo com a fitopatologista, Regina Villas Boas de Campos Leite, o teor de óleo encontrado na variedade chega a 48%. Devido ao rendimento extra, os produtores rurais podem conseguir bonificações junto às indústrias.

O girassol não é uma cultura exclusiva na safra, ele entra antecipando a cultura principal ou na safrinha, após a colheita de verão. Essa questão de época de semeadura varia em função da região do agricultor. É importante lembrar que o girassol vai compor mais uma cultura e por isso a precocidade em torno de 100 dias é bastante relevante — diz ela.

Os materiais não exigem cuidados especiais. Considerada uma cultura rústica, o girassol tolera melhor as deficiências hídricas, mas é preciso respeitar uma série de critérios para o sucesso da implantação. Os solos devem ser corrigidos e adequadamente adubados com base em análises prévias. Também é fundamental manter a cultura livre de plantas daninhas e respeitar a época indicada de semeadura para cada região.

Por contar com o cruzamento genético, o híbrido tem uma produtividade maior dentro da média dos similares. Já, a variedade é um material com preço mais acessível e produtividade média em torno de 1500 quilos por hectare, bem próximo ao desempenho brasileiro. No entanto, a produtividade está muito ligada às tecnologias de manejo utilizadas pelo produtor — compara Regina.

Indicados para diferentes Estados produtores, ambos foram testados do Rio Grande do Sul às regiões Nordeste e Centro-Oeste. A Embrapa coordena um programa de rede de ensaio de avaliação de genótipos em que o girassol vem sendo extensamente pesquisado nas mais diversas localidades em parceria com outras outras unidades e instituições de pesquisa.

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Câmara dos Deputados aprova dia do Suinocultor.


A Câmara aprovou na última semana o projeto de lei (PL 3519/08), de autoria do deputado federal Celso Maldaner (PMDB/SC) que institui o Dia Nacional do Suinocultor, marcado para 24 de julho. A proposta foi votada em caráter conclusivo na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e segue para o Senado Federal onde deverá ser votada.

Segundo Maldaner, a suinocultura é uma atividade com grande importância social e econômica para o Brasil, especialmente para o Estado de Santa Catarina, maior produtor e exportador de carne suína do Brasil.

"Hoje o Brasil participa com força no cenário mundial, exportando carne suína de qualidade, além de possuir fatores que o torna bastante competitivo em relação a outros países exportadores e a representatividade brasileira", disse.

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terça-feira, 20 de abril de 2010

Pescadores artesanais terão carteira profissional.



Os pescadores artesanais terão de obedecer a novas exigências para receber a carteira que assegura o registro no Ministério da Pesca e Aquicultura. As novas regras começam a vigorar em 30 dias. Eles receberão uma carteira provisória, válida por um ano, para ter direito de exercer a atividade pesqueira. Sem esse documento, podem ter o pescado apreendido.

Durante o período probatório e no ano seguinte, os pescadores não terão direito ao seguro-defeso, benefício no valor de um salário mínimo pago nos períodos de proibição da atividade. A carteira profissional de pescador será concedida um ano depois do pedido do registro provisório.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, disse em entrevista coletiva que as novas exigências tem o objetivo de proteger 'aqueles que têm na pesca a sua verdadeira fonte de renda e reduzir as possibilidades de fraudes'. A medida vai facilitar a elaboração do Registro Geral da Pesca (RGP), que terá informações sobre todas as categorias de profissionais e atividades ligadas ao setor, “permitindo a inscrição apenas dos verdadeiros pescadores”, segundo Gregolin.

Quem solicitar a carteira provisória deverá no ano seguinte apresentar notas fiscais de venda do pescado (uma por mês, no mínimo) e terá também que recolher contribuição previdenciária, para ter direito à carteira profissional de pescador. Até então, os pescadores recebiam de imediato do ministério a carteira definitiva.

Quem já tem o registro de pescador profissional deverá cumprir as mesmas exigências quanto à inscrição na Previdência Social e à apresentação de notas mensais de venda do pescado, para atualizar sua carteira.

Aquele que pede o documento pela primeira vez tem de apresentar declaração de entidade representativa da categoria, reconhecida pelo ministério ou por dois pescadores profissionais cadastrados na Previdência Social, atestando que exerceu o ofício nos últimos 12 meses. 
 
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