terça-feira, 20 de abril de 2010

Vem aí o V Seminário Apícola da Chapada do Apodi...


Convidamos V. Sa. a participar do 5º Seminário Apícola da Chapada do Apodi-RN, com o tema “A Participação de Apodi-RN no Cenário Apícola Nacional”, que realizar-se-á no dia 23/04/2010, a partir das 7:30h, no IFRN-Apodi.

Programação:
07h30min Inscrições e Lanche
09h00min Palestra “PAS-MEL e Mapeamento da Flora Apícola”
09h40min Palestra “SIF (Serviço de Inspeção Federal)”
10h20min Palestra “Boas Práticas e Apicultura Orgânica”
11h00min Debate
12h00min Almoço
13h00min Palestra “Tecnologia Apícola”
13h40min Palestra “Comportamento Enxameatório e Seu Controle”
14h20min Palestra “Cooperativismo”
15h00min Debate
16h00min Encerramento

Desde já, agradecemos a presença.

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Comissão Organizadora



CONTATOS:
Renato Alencar: 9955-2054
Vamberto Torres: 9972-6676
Milkia Janne: 9178-0727

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

MDA seleciona projetos de produção orgânica, plantas medicinais e fitoterápicos até dia 3 de maio.

A Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA) está fazendo a seleção de projetos para a Chamada para Fomento a Projetos de Diversificação Econômica e Agregação de Valor na Agricultura Familiar. As inscrições, que começaram dia 12, tiveram prazo de encerramento prorrogado de 27 de abril para 3 de maio.
 
O objetivo é selecionar projetos propostos por entidades privadas sem fins lucrativos que promovam o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar no segmento dos produtos orgânicos e das plantas medicinais e fitoterápicos, apoiando ações de geração de emprego e renda, além de capacitar agricultores familiares para a adequação de conformidade orgânica. A estimativa é a de que cerca de 2.500 agricultores familiares sejam beneficiados por meio da execução dos projetos.
 
A chamada contempla duas linhas de ações prioritárias: orgânicos e plantas medicinais e fitoterápicos. Serão apoiados cerca de oito projetos na linha direcionada para orgânicos e dois projetos para plantas medicinais e fitoterápicos. O valor total destinado para apoio a esta chamada é de R$ 2,6 milhões.
 
O valor de cada projeto da linha de orgânicos deve ser de, no máximo, R$ 250 mil e devem atender, no mínimo, 300 agricultores familiares cada projeto. Já para a linha de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, o valor de cada projeto deve ser de no máximo R$ 300 mil e deve atender, no mínimo, 100 famílias cada projeto.
 
Adequações.
Os projetos de orgânicos devem necessariamente estar direcionados para apoiar a adequação das não conformidades de agricultores familiares e seus empreendimentos à lei 10.831, bem como aos decretos 6.323 e 7.048 e suas instruções normativas, que definem a produção orgânica no Brasil.

Os projetos voltados para as plantas medicinais e fitoterápicos devem estar direcionados para estruturar ou fortalecer redes de negócios sustentáveis de plantas medicinais focado em Arranjo Produtivo Local (APL) e promover a geração de renda e agregação de valor.

Prazos.
* Recebimento das propostas: de 12 de abril a 3 de maio de 2010.
* Divulgação dos resultados da seleção dos projetos: até 14 de maio
* Apresentação de recursos: até 24 de maio
* Julgamento e divulgação do resultado dos recursos: até 31 de maio.
* Início da contratação dos projetos: a partir da divulgação do resultado final dos recursos.

Veja a Chamada na íntegra em: http://www.mda.gov.br/saf

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Pesquisadores estudam produção de etanol a partir de caprinos.

Caprinos da raça moxotó são matéria-prima para pesquisa de etanol a partir do animal.

A Embrapa Agroenergia, em parceria com a Embrapa Caprinos e Ovinos, a Universidade Católica de Brasília (UCB) e a Universidade de Brasília, está desenvolvendo pesquisas para a produção de enzimas a partir do rúmen de caprinos - ou seja, a primeira parte do estômago dos ruminantes.

Dentro do rúmen existem vários tipos de bactérias que ajudam na digestão do pasto. O alimento é atacado pelas enzimas das bactérias, que fazem a “quebra” das fibras em unidades de glicose, que podem ser fermentadas e convertidas em etanol. Identificar e caracterizar essas enzimas são os grandes desafios desse trabalho, afirma a pesquisadora da Embrapa Agroenergia, Betânia Quirino. “Em dois anos de estudos, já conseguimos identificar quatro tipos de enzimas”, diz.

As pesquisas estão sendo desenvolvidas no laboratório da UCB e os resultados têm animado a equipe. Mas, se os laboratórios e os equipamentos de alta tecnologia estão em Brasília, é do sertão nordestino que vem a matéria-prima, a origem da inspiração da equipe. “Escolhemos os caprinos da raça moxotó, espécie nativa brasileira, pelo fato de terem uma alimentação peculiar, que é a vegetação do semiárido nordestino”, ressalta a pesquisadora Isabel Cunha.

A identificação de enzimas nestes animais é inédita, pois a maioria dos trabalhos em outros países é com bovinos. Cristine Barreto, professora da UCB, explica que a primeira fase do estudo foi descrever a diversidade dos microorganismos. “Descobrimos, através da metagenômica, que conhecemos no máximo 20% da diversidade bacteriana presente no rúmen desses animais”, conta.

Na safra de 2008/2009, o Brasil produziu 24,3 bilhões de litros de etanol, sendo 83% destinados ao mercado interno. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2009 foram comercializados no país 22,82 bilhões de litros de etanol, aumento de 16% em relação ao ano anterior.

Um vídeo que está no site da Embrapa Agroenergia explica a pesquisa do biocombustível a partir de caprinos. Os avanços tecnológicos que serão gerados por essa e outras pesquisas deverão contribuir para que o Brasil mantenha sua liderança no mercado mundial, pois o álcool poderá ser produzido a partir de outras matérias-primas - o chamado etanol de segunda geração.

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terça-feira, 13 de abril de 2010

INCRA investe R$ 52,8 milhões em reformas em reformas de 10.557 casas nos assentamentos do RN.

O sonho da casa própria reformada, com piso novo, quarto para os filhos, sala de TV, cozinha arejada e varanda ao redor da residência tornou-se realidade em 150 Projetos de Assentamentos (PAs) rurais do Rio Grande do Norte. De 2008 até agora, a Superintendência Regional do Incra/RN está investindo R$ 52,885 milhões para reformar 10.557 residências em todas as regiões do Estado. Até o início de abril, foram concluídas reformas em 4.456 habitações. Outras 2.661 estão sendo reformadas e 3.460 com recursos na conta das associações dos assentamentos para iniciar a recuperação ainda este semestre.
 
Os recursos são na ordem de R$ 5 mil para cada família, o que tem transformado as agrovilas dos assentamentos em verdadeiros canteiros de obra, além de aquecer as vendas no comércio de material de construção no interior do Rio Grande do Norte.
 
Oeste
No Território da Cidadania do Açu/Mossoró e do Sertão do Apodi, na região oeste do Estado, 3.510 trabalhadores assentados não terão problemas de goteiras no telhado e nem infiltração nas paredes com o início do período de chuvas. Em Mossoró, cidade do RN com maior número de famílias assentadas, 19 PAs estão com casas reformadas. Neste município, 1.260 famílias estão sendo beneficiadas, diretamente, com a ação. São investimentos que chegam a R$ 6,3 milhões somente em material de construção e mão de obra, na região de Mossoró e entorno."Esta ação do Incra é tão grande e importante quanto às de políticas habitacionais realizadas pelo governo e mercados imobiliários", disse o superintendente do Incra/RN, Paulo Sidney Gomes.

Histórico
 
A partir de 2007 o Incra criou o crédito Recuperação/Material de Construção, visando assegurar aos beneficiários da reforma agrária meios necessários para desenvolvimento e recuperação dos assentamentos, no valor de R$ 5 mil para cada família. A partir daí, os assentamentos mais antigos, que apresentavam residências mais deterioradas, foram contemplados com a reforma das casas.
 
As 10.577 famílias estão tendo a oportunidade de recuperar suas residências. Cada uma investiu da forma em que sonhou, dentro dos padrões e atendendo projeto de engenharia e arquitetura. A maioria aumentou o tamanho da casa, com construção de novos cômodos, varanda, banheiros e área de serviço.
 
Toda essa ação está sendo acompanha por um técnico do Incra, que participa desde a primeira reunião sobre a forma correta de aplicação do crédito até a qualidade do material de construção escolhido. O dinheiro não vai direto para o assentado, ele é repassado pelo Incra, mediante apresentação da nota fiscal, através de pagamento bancário, para a loja de material de construção contratada.
 
"Depois de reformada, a recuperação representa mais qualidade de vida e melhora da auto-estima das pessoas, além da concretização de sonho, de ter suas casas do jeito que sempre desejaram", disse Paulo Sidney.
Construídas no final dos anos 80 e início dos anos 90, as primeiras unidades habitacionais dos assentamentos apresentavam problemas de infraestrutura. Muitas estavam rachadas, sem piso, portas danificadas, sem pinturas e outros tipos de acabamentos. No período do inverno a situação era agravada em função de infiltração nas paredes e goteiras no telhado.A grande maioria dessas residências foi construída com crédito no valor de R$ 2,5 a 3,5 mil.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Rotação de cultura é uma das principais armas contra doenças do algodoeiro.

O produtor de algodão precisa estar bem atento ao manejo e aos controles preventivos de doenças. A maioria dos patógenos que afetam a cultura não são sensíveis a químicos ou a outro tipo de medida curativa. Uma vez que a doença se instala no algodoeiro, não há muito o que fazer e as perdas podem ser quase totais. Por isso, as armas do produtor não são as aplicações químicas e sim o planejamento, o manejo e a rotação de culturas, como explica Nelson Dias Suassuna, pesquisador da Embrapa Algodão.
 
"Infelizmente, nem todos os produtores seguem as táticas de manejo e o resultado é que os produtores que não fazem o manejo correto têm a sua área produtiva reduzida gradativamente. A maioria das doenças não tem controle curativo e, uma vez instalados no algodoeiro, o que o produtor deve fazer é plantar outras culturas e esperar diminuir a população dos nematóides para que no futuro ele possa voltar a plantar algodão naquela área. Por isso, a rotação de cultivos é importante. Não resolve para a safra afetada, mas é um manejo para o longo prazo" — alerta Suassuna.
 
As principais doenças do algodão são a mancha de ramulária, a ramulose, o mofo branco e os nematóides. A mancha de ramulária causa perdas entre 10% a 40% de produtividade e ataca as folhas do algodoeiro provocando a desfolha da planta. Ela pode ser facilmente identificada por pequenas manchas brancas localizadas perto das nervuras, principalmente das folhas mais velhas. O mofo branco é uma doença nova, mas também é de fácil identificação e toma rapidamente toda a planta, deixando toda a estrutura realmente com aspecto de mofada. Dias depois do mofo ter tomado o algodão, o produtor consegue perceber pequenas bolinhas pretas, que são estruturas do fungo. A ramulose também toma toda a planta e pode destruir uma plantação por inteiro, é comum causar perdas de 80% se houver descuido do produtor. Entre os nematóides, apenas um pode ser detectado se o produtor arrancar a raiz. Eles provocam galhas nas raízes, diminuindo a capacidade de absorção de água e nutrientes, o que causa o definhamento da planta.
 
A única destas doenças que pode ser controlada através de fungicidas é mancha de ramulária. Sabendo que a doença se incia entre os 45 a 50 dias após o plantio e que o patógeno vem pelo ar, o produtor pode se programar para aplicar o fungicida nesta época. O pesquisador lembra que é importante haver uma rotação também entre os princípios ativos dos fungicidas utilizados para que o fungo não se acostume com o remédio e se torne imune. Nos outros casos, a rotação de cultura, a escolha de cultivares resistentes e a semeadura direta na palha são as medidas essenciais que o produtor não deve deixar de fazer. A rotação é extremamente importante para evitar as doenças, principalmente se o produtor tiver cultivares sensíveis e se a área já tiver sido contaminada uma vez. Suassuna lembra que tudo se baseia no planejamento correto.
 
O primeiro passo é o uso de cultivares resistentes. Na hora do planejamento da safra, quando o produtor vai comprar seus insumos, ele deve optar por uma cultivar que tenha resistência ao maior número possível de doenças. O segundo ponto é o manejo da área. Nós sabemos que o cultivo continuado de algodão na mesma área acumula patógenos que causam doenças que surgem cada vez mais cedo e com intensidade mais elevada. O produtor deve primeiro rotacionar a sua área, isso significa que, se ele plantou algodão este ano, no próximo ele deverá plantar uma outra cultura. Outro ponto é a semeadura direta na palha. O Plantio Direto, com formação de palhada no algodoeiro, reduz principalmente os patógenos de solo — ensina.

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Aprovado Zoneamento Agrícola para a cultura do algodão no RN.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Rebanho bovino do RN deve ser vacinado contra Aftosa até 30 de abril.

O rebanho de bois e búfalos do Rio Grande do Norte deve ser vacinado contra a febre aftosa até o final de abril.

São mais de 922 mil cabeças em 49 mil propriedades rurais, a maioria concentrada na região do Seridó, que inclui os municípios de Acari, Caicó, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Currais Novos, Jardim do Seridó e Parelhas. Na última etapa da campanha, realizada em outubro passado, 81,88% do rebanho foi imunizado.

O responsável pelo Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) no Rio Grande do Norte, Eleu Oliveira Pereira, explica que a defesa sanitária animal do estado está trabalhando para aumentar essa cobertura vacinal. “Nós procuramos orientar os produtores sobre a importância da campanha, mesmo em período de seca, quando os animais estão mais magros. A resposta da vacina é a mesma nessa situação”, afirma.

Após imunizar os animais, o dono da propriedade tem 15 dias para apresentar o comprovante de vacinação a uma das treze unidades do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (Idiarn) ou em um dos 150 escritórios da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), nas prefeituras municipais.

Além do Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Piauí são classificados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), como áreas de risco médio para a febre aftosa. Apenas Bahia e Sergipe já avançaram no status e são reconhecidos como livres da doença com vacinação.

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

RN ganha Central de Vendas da Agricultura Familiar.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Governo do Estado do Rio Grande do Norte inauguraram as obras físicas da nova Central de Comercialização de Produtos e Serviços da Agricultura Familiar. A unidade será dotada de área para feira livre, câmaras frias, padaria, açougue, boxes de artesanato, quatro auditórios, setores de administração e gerenciamento, área para descarga de caminhões e estacionamento para 80 veículos e funcionará nos mesmos moldes de um supermercado.
Na construção do novo espaço foram investidos cerca de R$ 1,4 milhão, oriundos de um convênio com MDA e a Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca do Estado (SAPE). Do total de recursos, o MDA repassou R$ 800 mil, enquanto que coube à SAPE contrapartida da ordem de mais de R$ 667 mil. Para a aquisição dos equipamentos, mobiliário, castelo d´água, caminhões e outros itens serão aplicados mais R$ 1,5 milhão, cujos processo licitatório já se encontra em andamento. Desta forma, serão investidos mais de R$ 3 milhões, fora a área do terreno que foi doada pelo Governo do Estado, por meio da Ceasa.
A Central de Comercialização da Agricultura Familiar está edificada num terreno de 5.057,39 m², dos quais 2.780 m² são de área construída. A Central pretende beneficiar um público total de 38.976 pessoas, com geração de 13.300 ocupações diretas. Construída no cruzamento das avenidas Capitão Mor Gouveia e Jaguarari, em Natal, área considerada nobre na capital potiguar, a Central é uma antiga reivindicação dos pequenos produtores do estado.
A princípio, o espaço será coordenado por um comitê gestor formado por representantes das associações rurais de agricultura familiar, Delegacia Regional do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Incra, Federação dos Trabalhadores em Agricultura do Rio Grande do Norte (Fetarn) e SAPE, através das suas vinculadas, como a Ceasa, a Emater e o Idiarn.
A solenidade de entrega foi realizada nesta terça-feira (30), contando com as presenças do secretário de Desenvolvimento Territorial, Humberto Oliveira, a governadora do RN Wilma de Faria, o delegado federal do MDA/RN, Hugo Manso, e o superintendente do Incra/RN, Paulo Sidney Gomes, além de representantes de órgão públicos ligados aos agricultores familiares e trabalhadores rurais do Estado.