terça-feira, 31 de maio de 2011

Produção de orgânicos no Brasil deve crescer 40% em 2011.

Apesar de a participação ainda ser pequena no mercado agropecuário brasileiro, o setor de orgânicos vem se multiplicando nos últimos anos. O faturamento dos produtores em 2010 foi de cerca de R$ 500 milhões, segundo estimativa da Associação Brasileira de Orgânicos (Brasilbio), que reúne os produtores, processadores e certificadores. O valor corresponde a apenas 0,2% dos R$ 255,3 bilhões alcançados por toda a produção do setor agropecuário no ano passado.

Mas o mercado dos alimentos orgânicos cresce a saltos mais largos que o mercado tradicional. No ano passado, a estimativa é que tenha aumentado em 40% em relação a 2009. Neste ano, o crescimento deve ser semelhante, o que deve elevar o faturamento do setor para R$ 700 milhões em 2011. Já a evolução do setor agropecuário tradicional está estimada para 7,4%, segundo a CNA. “O consumidor está demandando mais e o produtor está acompanhando. Ainda é um volume muito baixo, mas a tendência é crescer muito”, afirma o presidente da Brasilbio, José Alexandre Ribeiro.


Com o objetivo de gerar visibilidade e disseminar os benefícios dos alimentos produzidos sem agrotóxicos, o Ministério da Agricultura, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (
Sebrae) e diversas outras instituições, promove até domingo (05/06) a 7ª Semana dos Alimentos Orgânicos. O tema da edição deste ano é “Produtos Orgânicos – ficou mais fácil identificar”, com foco na divulgação do selo Produto Orgânico Brasil, que ajuda os consumidores a identificar esses produtos, e da Declaração de Cadastro do Agricultor Familiar, ambos instituídos pelo Ministério.

Em 2011, o mercado deve ganhar um impulso em função de ter entrado em vigor a lei que regulamenta a produção de orgânicos no Brasil, segundo Ribeiro. “A regulamentação ajudou a alavancar o mercado. Tanto os produtores quanto o próprio governo estão divulgando o setor e as pessoas estão mais conscientes do que é um produto saudável”, afirma Ribeiro.

Fonte: Revista Globo Rural

Plano Safra da Agricultura Familiar fortalece agroindústrias e cooperativas.

O secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), Laudemir Müller, anunciou, durante coletiva nesta terça-feira (31), no Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (MAPA), a ampliação do limite de crédito do Pronaf na modalidade Agroindústria.

O secretário Laudemir Müller destacou que as medidas ampliam a capacidade de investimos da agricultura familiar e, consequentemente, a produção de alimentos. “O que o Governo está fazendo e o Conselho Monetário Nacional materializou é aumentar a capacidade de produção da agricultura familiar, reduzindo taxas de juros e aumentando os limites de financiamentos, para que o país possa ter mais alimentos e permitir o crescimento com estabilidade de nossa economia.”

No Plano Safra 2011/2012 da Agricultura Familiar, o limite individual de crédito para agricultores familiares associados a uma agroindústria passa de R$ 20 mil para R$ 30 mil. Outra mudança é a ampliação do tempo para pagamento do financiamento, que passa de oito para dez anos. A taxa de juros continua de 2% ao ano. O Programa apoia a inclusão dos agricultores familiares no processo de agroindustrialização e comercialização, de modo a agregar valor, gerar renda e oportunidades de trabalho no meio rural, garantindo a melhoria das condições de vida das populações beneficiadas.

Outra alteração para o Plano Safra 2011/2012 da Agricultura Familiar, é a ampliação do crédito para cooperativas, por meio do Pronaf Cotas-Partes. Tanto na modalidade individual quando na coletiva os valores foram dobrados em relação à safra anterior. Para crédito individual, o limite de R$ 5 mil subiu para R$ 10 mil. Nos empréstimos coletivos, o valor passa de R$ 5 milhões para R$ 10 milhões. Também foi ampliada a faixa de enquadramento para as cooperativas de produtores rurais. Antes só podiam acessar o crédito cooperativas com patrimônio entre R$ 50 mil e R$ 70 mil. Para a próxima safra, o limite fica entre R$ 25 mil e RS 100 mil.
 
Também participaram da coletiva, o secretário de Política Agrícola do MAPA, José Carlos Vaz, e o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazendo, Gilson Bittencourt. O anúncio das medidas é fruto de decisão da última reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). 
 
Fonte: Portal do MDA

Governo anuncia programação da Semana do Meio Ambiente.

Por Assecom RN

O Governo do RN inaugura nesta quarta-feira (1º), às 9h, o Ecoposto da Área de Preservação Ambiental (APA) Bonfim-Guaraíra, localizado no município de Nísia Floresta, na região Agreste. A solenidade marca a abertura oficial da Semana do Meio Ambiente, promovida pelo Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) e Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn). A programação, que se estende até o próximo domingo (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, inclui palestras, seminários e ações de educação ambiental em vários municípios.

O Ecoposto funciona como unidade gestora do Idema servindo de apoio à administração da unidade de conservação, além de ofertar infraestrutura para pesquisadores que desenvolvem suas atividades na área e para o policiamento ambiental. A APA onde está localizado o Ecoposto contempla uma área de 42 mil hectares englobando os municípios de Nísia Floresta, Senador Georgino Avelino, Arêz, Goianinha, Tibau do Sul e São José do Mipibu.


O local foi concebido para realizar palestras e cursos na área de educação ambiental para conscientizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente. A obra, orçada em R$ 1,2 milhão, foi fruto de compensação ambiental da empresa Votorantim no valor de R$ 1,2 milhão. Na solenidade de inauguração do Ecoposto, serão realizadas palestras, exposição de produtos feitos de material reciclado e de zoologia, realizada pela Universidade Potiguar (UNP).


PROGRAMAÇÃO
Embora a abertura oficial da Semana do Meio Ambiente esteja marcada para o dia 1º de junho, a  programação teve início já na segunda-feira (30), com a abertura do curso Saneamento Básico e Sustentabilidade, realizado gratuitamente pela Caern durante toda esta semana. Durante o curso, que teve as inscrições feitas pela internet, os alunos discutem temas como abastecimento de água, esgotamento sanitário, lixo e drenagem, além de visitarem estações de tratamento de água e de esgotos.

Nesta terça-feira (31), treze municípios do Estado participam do I Seminário do Projeto Orla do Rio Grande do Norte, das 9h às 16h, no auditório do Hotel Maine.

O evento é uma promoção do Idema e da Superintendência do Patrimônio da União (SPU). O objetivo do evento é socializar entre todos os comitês gestores a situação atual dos municípios integrantes do Projeto Orla sobre a implantação das ações propostas nos Planos de Gestão Integrada da Orla Marítima. Na ocasião haverá discussão pela Comissão Técnica Estadual (CTE) sobre a adesão de novos municípios ao projeto, além de informes sobre o Projeto Orla e a Copa 2014 e a respeito dos planos de saneamento municipais. Participam do evento os municípios de Areia Branca, Porto do Mangue, Macau, Galinhos, Guamaré, São Miguel do Gostoso, Ceará Mirim, Extremoz, Natal, Parnamirim, Nísia Floresta, Tibau do Sul e Baía Formosa.


Durante esta semana, a Semarh também promove três Seminários Temáticos Regionais: no dia 1º de junho na cidade de Caicó, dia 2 em Mossoró e dia 3 em Natal. Os Seminários tratarão da gestão ambiental compartilhada e terão foco em um assunto diferente em cada região, respondendo a demanda local em relação ao meio ambiente. Em Caicó, o tema tratado durante todo o dia será a Política Estadual de Combate à Desertificação, com participação de organizações não-governamentais, associações, agricultores, representantes do poder público e sociedade civil.


Já em Mossoró, além da gestão ambiental compartilhada, o seminário terá foco na proteção dos recursos hídricos com a discussão da Chapada do Apodi e a implantação do Comitê da Bacia Hidrográfica. Na sexta-feira (3), o Seminário Estadual do Meio Ambiente será na capital e trará o tema "Saneamento Ambiental na Região Metropolitana de Natal" e "Copa do Mundo 2014" como foco deste ano para a política de Meio Ambiente. Durante o seminário em Natal, haverá o lançamento do Prêmio Januário Cicco de Jornalismo Ambiental para contemplar matérias sobre meio ambiente. As inscrições para os seminários são gratuitas e os participantes receberão certificado pela participação.


A partir do dia 1º até o dia 5, estão previstas ainda diversas atividades de educação ambiental no Parque das Dunas, voltadas para diversos públicos. Além disso, no sábado (4), a Caern realiza mais uma edição do projeto Caern na Comunidade, com atividades de educação ambiental e mutirão de prestação de serviços (combate a ligações clandestinas de esgotos, palestras, apresentação de teatro de bonecos, negociação de débitos e atividades culturais) na Vila de Ponta Negra, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (semurb).


Programação da Semana do Meio Ambiente - 2011


Dia 30 de maio (segunda-feira)

8h às 12h - Abertura do Curso "Saneamento Básico e Sustentabilidade"
Local: Auditório da Caern, Natal


Dia 31 de maio (terça-feira)

8h às 12h - Curso "Saneamento Básico e Sustentabilidade"
Local: Auditório da Caern, Natal

9h às 16h - I Seminário do Projeto Orla do Rio Grande do Norte
Local: Auditório do Hotel Maine, Natal


Dia 1º de junho (quarta-feira)

8h às 12h - Curso "Saneamento Básico e Sustentabilidade"
Local: Auditório da Caern, Natal

8h às 17h - Seminário Técnico Regional sobre Meio Ambiente
Local: Centro Pastoral Dom Wagner, Caicó

9h - Inauguração do Ecoposto da área de proteção ambiental Bonfim/Guaraíras (abertura oficial
da Semana do Meio Ambiente 2011)
Local: São José de Mipibu

14h - Caravana Ecológica no município de Senador Georgino Avelino (de 1º a 3 de junho)
Local: Centro

15h - Passeio no Barco Escola Chama Maré com entidades assistenciais.

Dia 2 de junho (quinta-feira)

8h às 12h - Curso "Saneamento Básico e Sustentabilidade"
Local: Auditório da Caern

8h às 13h - Seminário Técnico Regional sobre Meio Ambiente
Local: Auditório da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, Mossoró

15h - Passeio no Barco Escola Chama Maré com entidades assistenciais.

Dia 3 de junho (sexta-feira)

8h às 12h - Curso "Saneamento Básico e Sustentabilidade"
Local: Auditório da Caern

8h às 17h - Seminário Técnico Regional sobre Meio Ambiente
Local: Auditório da Fiern, Natal

15h - Passeio no Barco Escola Chama Maré com entidades assistenciais.

Dia 4 de junho (sábado)

9h às 13h - Caern na Comunidade e Semurb nos Bairros, na Vila de Ponta Negra
Local: Em frente à Igreja Católica

9h - Passeio realizado em parceria com o Jeep Club para marcar a Semana do Meio Ambiente,
chamando atenção para a necessidade de preservação ambiental na orla.
Percurso: APA Genipabu a Maracajaú


Dia 5 de junho (domingo)

8h às 16h30 - Palestras, exibição de filmes, atividades culturais e educativas de cunho
ambiental realizadas no Parque das Dunas.

Fonte: www.rn.gov.br

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Divulgação do Nosso Blog!!!

Agradecemos ao tudodeapodi.blogspot.com pelo espaço que foi utilizado para expor o nosso blog. Toda forma de divulgação é muito inportante para nós que fazemos a EMATER Apodi.

Programa do Leite: Crédito Aprovado

O Conselho de Desenvolvimento do Estado aprovou um crédito, no valor superior a R$ 4 milhões, para a Emater quitar dívida com latícinios e produtores que participam do Programa do Leite, referente a abril e maio.

Fonte: Diário de Natal

Seminário promovido pela Ufersa aborda recuperação de áreas degradadas no semiárido .

A recuperação de áreas degradadas e incorporação de carbono na biomassa vegetal nativa e no solo do semiárido do Rio Grande do Norte é tema de um seminário que ocorre na quarta-feira, 1º de junho. O evento será no auditório do Ctarn, a partir das 8h, no Campus Leste da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa). A realização é uma ação conjunta da Universidade com a Petrobras. A inscrição é gratuita e será realizada antes da abertura do evento.
 
O seminário, aberto a toda a comunidade acadêmica, faz parte do Projeto Caatinga de Combate à Desertificação, realizado pela Ufersa, com a parceria da Petrobras e da Universidade de São Paulo (USP), e coordenado pelo professor doutor Jéferson Dombroski. A proposta é apresentar à comunidade os resultados obtidos com o projeto, bem como os novos caminhos que serão percorridos.
 
Durante o seminário, serão ministradas palestras e apresentação de painéis com temas voltados para as plantas nativas da região, fertilidade do solo e clima. A primeira palestra tratará sobre o Projeto de Fixação de Carbono com tema: "Degradação de Ecossistemas por Sobreuso", a ser proferida pelo biólogo do Centro de Pesquisa da Petrobras, doutor Eduardo Barcelos Platter. Desertificação, Perda de Biomassa, Perda de Material Genético, Perda de Solo integram o segundo tema explanado pelo professor Jéferson Dombroski.
 
Ainda pela manhã, a partir das 10h, haverá a apresentação de trabalhos resultantes dos projetos de pesquisas Recuperação de Áreas Degradadas pela Liberação de Terras de Exploração de Petróleo, pelo engenheiro agrônomo Raimundo Nogueira, e Desenvolvimento de Tecnologia para a Recuperação de Jazidas de Piçarra, pelo engenheiro agrônomo José Erivado Araújo.
 
Já os trabalhos em painéis serão apresentados no horário da tarde, a partir das 14h30, enfocando os temas: Coleta, beneficiamento de sementes e morfometria; Armazenamento de sementes; Germinação e quebra de dormência de sementes; estudos com subtratos e adubação; Estresse hídrico em mudas: potencial hídrico, porometria e fotossíntese; Avaliações de biomassa destrutiva e não destrutiva; Carbono e fertilidade do solo na área experimental de Angicos e o painel Observações sobre climatologia. 

RECUPERAÇÃO
O Projeto Caatinga de Combate à Desertificação foi iniciado pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido há dez anos, com a cooperação técnica com a Japan Internacional Cooperation Agency (Jica), organização interessada em desenvolver pesquisas na região do semiárido nordestino. A partir de 2009, o grupo de pesquisadores da Ufersa recebeu convite do Centro de Pesquisa da Petrobras - Cenpe/Petrobras, para elaborar um projeto de recuperação de áreas degradadas da caatinga e de incorporação de carbono no solo e em biomassa florestal.
 
Fonte:O Mossoroense

Parelhas quer ser cidade referência em políticas ambientais no RN‏ .

Não é de hoje que a cidade de Parelhas desenvolve projetos de conscientização ambiental. 

Todos os anos, o município se empenha em projetos desenvolvidos através das secretarias de educação e meio ambiente, que vão desde atividades nas escolas, até campanhas abertas tratando o tema. Atualmente está sendo desenvolvido o projeto “Empresa Selo Verde”, que vai incentivar os comércios do município substituírem sacolas plásticas por sacolas de pano.

Mas esta é apenas uma etapa do grande projeto que está sendo desenvolvido. Agora, Parelhas quer ir muito mais além e deseja envolver toda a cidade em um trabalho de coleta seletiva. 

O primeiro passo já foi dado: a formação da Cooperativa de Catadores de Lixo, que terá a disposição um galpão, doado pela prefeitura. Para lá serão levados os resíduos sólidos do município, diminuindo assim os impactos ambientais e evitando que os catadores da cidade tenham contato com lixão. 

O SEBRAE e o Banco do Brasil são parceiros do projeto e enviaram representantes para uma reunião que aconteceu no gabinete do prefeito Francisco Medeiros, com a participação de representantes da cooperativa de catadores. As secretárias de educação, Ildelita Roque e do meio ambiente, Gildete Maria, além do secretário de administração Pepeu, também estiveram presentes. 

“Claro que para esta ideia funcionar, vamos precisar da colaboração da população, que deve separar o lixo já em casa. Será uma grande oportunidade para envolver todos no único propósito de cuidar de nossa cidade”, afirma a secretária de meio ambiente.

“O mundo inteiro fala hoje em políticas ambientais. Todos buscam uma maneira de salvar o meio ambiente. Nós queremos apenas fazer a nossa parte e servirmos de exemplo para o RN. Quem sabe assim outros não tomam a gente como inspiração para contribuir também com um mundo melhor?”, declarou o prefeito Francisco.

Fonte: Carnaubaemfoco.blogspot.com

Feira de Economia Popular Solidária criada no Município de Patu-RN.

No último sábado, 28 de maio, foi criada a Feira da Agricultura Familiar do Município de Patu. Desde algum tempo o Centro Juazeiro, PDA Novo Sertão e Sindicado dos Trabalhadores de Patu vem em conjunto com o Fórum da Agricultura Familiar de Patu discutindo sobre Economia Popular Solidária e nessa perspectiva a criação de um espaço para a comercialização dos produtos da Agricultura Familiar de Patu.
 
Nesse contexto foram trabalhados várias reuniões, encontros, intercâmbios e um levantamento da produção existente no Município. A princípio foi criado um grupo aberto de agricultores e agricultoras no sentido de sensibilizá-los e capacitar para essa nova fase que é a comercialização direta.

A feira foi criada por famílias de Patu com a participação de outras famílias do Município de Almino Afonso. Será comercializada uma diversidade de produtos como por exemplo, polpas de frutas, coentro, alface, vários tidos de mudas (Nim, Caju, Tamarina, Urucum e outras), além de artesanato em pano e palha, peixes,
frutas, carnes, batata doce e mel.

Várias outras entidades estão apoiando essa grande iniciativa:

REDE XIQUE XIQUE
ASSOCIAÇÃO SANTA TEREZINHA
VISÃO MUNDIAL
REDE PARDAL
AVSF – Agrônomos e Veterinários Sem Fronteiras
ASA POTIGUAR
PREFEITURA MUNICIPAL DE PATU
FUMAC de Patu

  Fonte: Edimilson José (Extensionista Rural)

Tomate cultivado sem agrotóxico reduz os custos da produção, afirma pesquisa.



Uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo constatou que  o cultivo de tomates de forma agroecológica reduz em até 84% os custos da produção. No estudo feito pelo engenheiro agrônomo Fábio Leonardo Tomas, plantações de tomate sem agrotóxicos e aditivos químicos foram comparadas a formas de cultivo convencionais – com o uso de pesticidas e outros defensivos. 

Os tomates produzidos de forma agroecológica tinham menos pragas e doenças, pois eles foram plantados em meio à floresta preservada de Mata Atlântica, que funcionou como um insumo agrícola natural. Isso dispensou o uso de agrotóxicos, que encarecem o produto final em até 70%. O custo de manutenção do pé de tomate orgânico foi de R$ 0,80. O que usou pesticidas saiu por R$ 5. 

Além dos custos, Tomas também analisou a produtividade e a rentabilidade. Apesar da produtividade de tomate agroecológico ser menor do que a convencional, ele atinge preços de mercado superiores e tem custos menores, o que compensa sua produção, afirmou o pesquisador. 

A região analisada foi a de Apiai, no interior de São Paulo, que tem a maior produção de tomate de mesa do país. Segundo a pesquisa, o desmatamento fez com que os produtores da região aumentassem a utilização de agrotóxicos, o que causou a contaminação de vários trabalhadores rurais.

*Iracema Maniele por Rádioagência NP, 25/04/2011 Secretaria Operativa da Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida 

Fonte:Edimilson José (Extensionista Rural)
Foto:Google Imagens

Centro de estudos em biocombustíveis é tema de reunião internacional.

A criação de um Centro de Referência em Estudos em Biocombustíveis pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) está se tornando referência internacional. Para conhecer essa experiência brasileira e as ações do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) do MDA, representantes de doze países da América Latina e Caribe, do governo brasileiro e da cadeia de biodiesel, se reuniram na última semana, na cidade de Viçosa (MG), para a primeira Reunião Internacional sobre Biodiesel – Agricultura Familiar e Produção de Alimentos.

O MDA, inicialmente, disponibiliza R$ 400 mil para apoiar a iniciativa, por meio do convênio firmado com a UFV. Com esse apoio, o centro de referência em estudos da universidade vai desenvolver pesquisas para o setor nas áreas econômica e social. E sobre estimativas de custos, análise de mercado, cultivo de oleaginosas, entre outros.

O coordenador de Biocombustíveis do MDA, Marco Antonio Viana Leite, destacou que o interesse dos países da América Latina e Caribe em conhecer o Programa demonstra que a iniciativa está dando certo. “É um reconhecimento da nossa política pública, que trabalha em prol da melhoria de vida dos agricultores familiares de todo país.” O coordenador também apresentou o balanço do Programa. Em 2010, mais de 100 mil famílias foram incluídas no PNPB e o total de aquisições de matéria prima da agricultura familiar foi de mais de R$ 1 bilhão.

Na reunião foi decidido que será realizado um intercâmbio entre a UFV e a Universidade da Fronteira de Temuco, no Chile. O objetivo é promover a troca de conhecimento sobre produção de biodiesel a partir de oleaginosas, levando em conta a viabilidade econômica e social, com foco na segurança alimentar dos dois países.
 
A produção de oleaginosa no estado do Ceará foi apresentada como uma experiência de sucesso do Programa de Biodiesel brasileiro aos membros dos doze países. No estado existem, aproximadamente, 42 mil hectares de área plantada de mamona, para ser colhida ainda nesta safra 2010/2011. A ação está beneficiando cerca de 20 mil famílias de agricultores familiares cearenses.
 
O Programa
O MDA participa da gestão do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) por meio do qual estimula a produção do novo combustível e apoia a participação da agricultura familiar na cadeia de produção. Instrumentos como crédito, zoneamento, assistência técnica, fomento, benefícios fiscais (Selo Combustível Social) estão disponíveis para promover o fortalecimento da agricultura familiar na produção debiodisel.
 
Fonte: Portal do MDA

sábado, 28 de maio de 2011

Atualização do Plano de Recursos Hídricos tem grande adesão das regiões do RN

A participação dos municípios do Rio Grande do Norte na atualização do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH), em todas as regiões do Estado, despertou a atenção dos técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), fato que demonstra a preocupação com o uso racional da água no interior do Estado.
 
Os seminários de diagnóstico para atualização do Plano de Recursos Hídricos executados pela equipe da Semarh percorreram de janeiro até maio as regiões do Vale do Açu, Oeste, Seridó e região metropolitana ampliando a discussão do planejamento e ações voltadas para a realidade dos municípios.
 
A finalização da primeira etapa do diagnóstico das reservas hídricas existentes no Estado foi feita na quinta-feira pelo secretário de Recursos Hídricos e Meio Ambiente, Robinson Faria, e contou com a participação de representantes do Ministério Público, prefeituras e sociedade civil.
 
O Plano é constituído por três fases: atualização do diagnóstico, atualização dos estudos de planejamento e atualização da programação das ações. Em todas as regiões, os seminários abordaram os temas águas subterrâneas, águas superficiais, meio ambiente e desenvolvimento econômico e institucional para observar em quais regiões existem pontos positivos e onde o planejamento dos recursos hídricos precisa ser melhor avaliado.
 
O PERH tem previsão para ser finalizado em janeiro de 2012, com trabalho desenvolvido pela equipe da Semarh e o Programa Semiárido Potiguar (PSP), através do financiamento do Banco Mundial. Após finalização, o plano servirá como instrumento de planejamento para orientar a execução da política de recursos hídricos do Rio Grande do Norte.

Fonte: O mossoroense

Governo cria a Embrapa Gestão Territorial

Unidade atenderá à crescente demanda de monitoramento por satélite de setores do governo e da iniciativa privada

Foi criada nessa quinta, dia 26, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Gestão Territorial, unidade da empresa que atenderá à crescente demanda de monitoramento por satélite de setores do governo e da iniciativa privada. A nova unidade absorve a tecnologia e a tradição de uma equipe da própria Embrapa, de Campinas, que há 20 anos desenvolve sistemas de controle e monitoramento de áreas estratégicas.

A princípio, o órgão terá uma gerente-geral, um adjunto e três supervisores. O temor de setores do governo e técnicos da área é que a estrutura da nova unidade não atenda à demanda. Ao criar a unidade, o Ministério da Agricultura se comprometeu a ampliar sua estrutura.

– Constituímos essa unidade já com o compromisso de estar aberto à ampliação da estrutura, em termos de espaço e pessoal – afirmou o secretário executivo da pasta, Milton Ortolan.
 
Ele disse que o conselho de administração da Embrapa e o Ministério entenderam que a estrutura inicial da unidade é "adequada" para o atual momento. Ortolan afirmou que, a partir da próxima segunda, dia 30, começam os trabalhos de logística e operação da nova unidade, com promessa de aumento de espaço e funcionários.

– Evidentemente, a diretoria está comprometida a fazer a ampliação. Vai depender da demanda. Pode ocorrer daqui a um mês, dois meses ou, de repente, daqui a 15 dias – completou.

Até o fim do ano passado, os técnicos atuavam num centro dentro da antiga unidade Embrapa Monitoramento por Satélite. O grupo auxiliava o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ações de segurança na faixa de fronteira, projetos de irrigação no Nordeste e desmatamentos na Amazônia.

Por causa de disputas internas, as atividades de monitoramento foram suspensas. A notícia pegou de surpresa o governo, especialmente o Ministério do Planejamento. O trabalho discreto da equipe de técnicos de Campinas é considerado o "coração do monitoramento do PAC", nas palavras dos assessores da ministra Miriam Belchior. A análise por satélite da Embrapa é essencial ao acompanhamento das grandes obras de infraestrutura. O trabalho dispensa o envio pouco eficiente de técnicos ao local para ver o avanço das obras.

Numa intervenção do ministro da Agricultura, Wagner Rossi, a diretoria da Embrapa foi obrigada a criar a nova unidade para absorver os técnicos do centro de monitoramento e garantir autonomia para o órgão.

Em resposta a pergunta se a intervenção do ministro garantirá que a nova unidade esteja blindada a ataques internos na Embrapa, o secretário executivo Milton Ortolan informou:

– Sem dúvida. Isso, inclusive, foi o motivo da demora na criação da unidade. Era preciso garantir uma formatação compatível com a atividade e um ambiente de trabalho – afirmou.

A nova unidade, formalizada nesta quinta, pelo Conselho de Administração da Embrapa, já nasce com demanda por serviços de órgãos públicos e empresas privadas.

A suspensão da unidade nos últimos meses coincidiu com o debate do Código Florestal. A discussão foi considerada superficial por ambientalistas e ruralistas. Indicado para assumir a nova unidade, Cláudio Spadotto diz que a criação do órgão é um "passo importante" dado pela Embrapa.

 Fonte: Canal Rural

Governo vai apresentar nova regulamentação para inspeção de produtos de origem animal.

Intenção é melhorar a certificação de empresas, produtos e processos de produção

O governo deve apresentar em até 30 dias um novo marco regulatório para a inspeção de produtos de origem animal. Foi o que disse o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Luiz Carlos de Oliveira. A intenção é melhorar a certificação de empresas, produtos e processos de produção.

A lei que institui o serviço de inspeção de produtos de origem animal é dos anos 50. A regulamentação, feita por decreto, é dos anos 60. Para o diretor do Ministério da Agricultura, a legislação em vigor tem dois problemas: está desatualizada e tem detalhes demais, dificultando o registro de produtos e de novas tecnologias de produção. A nova proposta é tornar o decreto que mais simples, apenas com a regra geral.

– Toda vez que surgir um processo tecnológico novo, ele não precisa mudar o decreto, ele será instituído por um regulamento técnico. Toda vez que um produto tiver um desdobramento em um novo produto no mercado, vai ser regulado pelos regulamentos técnicos, que são baixados pelo órgão, mas serão submetidos à consulta pública de toda a sociedade e o setor produtivo – disse Luiz Carlos.

O governo pretende também tornar mais dinâmicas as operações do serviço unificado de atenção à sanidade agropecuária, o Suasa. Ele permite que padrões de inspeção estaduais e municipais sejam considerados equivalentes ao federal.

– Cabe ao Estado e ao município estabelecer os padrões à indústria que eles vão regular. Cabe ao serviço de inspeção federal acreditar nos sistemas estaduais e municipais. Nós, do Ministério da Agricultura, vamos reconhecer o sistema de inspeção que vai ser estabelecido nos mesmos moldes unificados no Brasil – afirmou o diretor.

De acordo com Luiz Carlos de Oliveira, a adesão ao Suasa tem sido pequena. A intenção é incentivar a participação maior de Estados e municípios.

– Nós estamos reformulando as instruções normativas para dar uma interpretação mais clara e objetiva e, junto com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, implementar fortemente essas políticas públicas – concluiu.

Fonte: Canal Rural

Redes de pesca usadas viram peças artesanais.

Redes de pesca abandonadas ganham cara nova e viram peças artesanais pelo talento de mulheres do grupo Redeiras, da colônia de pescadores Z3, a 30 km de Pelotas (RS). Com paciência e habilidade, elas cortam os quadrados para conseguir o fio. Depois de várias lavagens para tirar o cheiro de peixe, os fios são tingidos e trabalhados no tear ou crochê.

As bolsas são o carro-chefe dessa linha, que inclui ainda carteiras, mochilas, cintos e bijuterias. São feitas de materiais como prata e escamas, além de peças com couro de peixe.

Para a gestora do projeto de Artesanato do Sebrae no Rio Grande do Sul, Jussara Argoud, a inovação foi a chave para mudar o foco da peças produzidas. “Com o aprimoramento do trabalho delas, por meio de várias oficinas de design, pudemos trabalhar o acesso ao mercado”, explica.

Nos últimos dez meses, participando de grandes eventos, elas comercializaram cerca de 2 mil peças para São Paulo e para a região Nordeste e faturaram mais de R$ 75 mil. Neste mês de maio, receberam o primeiro pedido de três lojas cariocas no valor de quase R$ 4 mil, o equivalente ao que elas faturavam anualmente com a venda em feiras locais. “Este é apenas o primeiro dos pedidos. O que era resto e material poluente hoje significa renda e trabalho”, comemora a gestora Argoud.

O grupo Redeiras faz parte do projeto Artesanato do Mar de Dentro, do Sebrae, realizado em todo o país. No Rio Grande do Sul, são atendidos 25 territórios de cidadania e, além da parceria com várias entidades locais, a iniciativa conta também com patrocínio da Fibria, empresa de celulose e papel. 
 
Fonte Revista Globo Rural

Semana de orgânicos começa neste domingo.


Começa neste domingo e vai até o dia 5 de junho a 7ª Semana dos Alimentos Orgânicos. O evento busca dar visibilidade a alimentos produzidos sem agrotóxicos e conta com ações em todo o país. O tema da edição deste ano é “Produtos Orgânicos – ficou mais fácil identificar”, com foco na divulgação do selo Produto Orgânico Brasil, que ajuda consumidores a identificar esses produtos, e da Declaração de Cadastro do Agricultor Familiar. A organização do evento é feita pelo Ministério da Agricultura, Abastecimento e Agropecuária (Mapa) com instituições parceiras, como o Sebrae.

“O objetivo da semana é conscientizar o consumidor sobre os benefícios e qualidades dos alimentos orgânicos para a saúde. Informações e orientações para a identificação desses produtos nas feiras, mercados e supermercados também serão fornecidas aos consumidores”, explica Virgínia Lira, fiscal agropecuária e integrante da equipe de agroecologia do Mapa, área responsável pela promoção do evento.

Até o momento, existem 9,7 mil produtores orgânicos cadastrados no ministério. A expectativa do Mapa é de que esse total deverá chegar a 15 mil
produtores até o final deste ano.

O selo Produto Orgânico Brasil, lançado pelo ministério em janeiro de 2010 para identificar a
autenticidade desses produtos, seja na compra direta dos agricultores ou de terceiros (em supermercados e mercados), é uma garantia para consumidores. "Nas feiras livres os agricultores orgânicos devem expor em suas bancas a Declaração de Cadastrado do Mapa para facilitar a identificação de seus produtos pela clientela”, alerta Virgínia.

Fonte: Revista Globo Rural

OIE declara zonas de proteção livres de aftosa com vacinação.

  
Rebanhos da Bahia, Tocantins e Rondônia conquistam reconhecimento internacional com a medida

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês) reconheceu, nesta quinta-feira (26/5) o status de livres de aftosa com vacinação das zonas de proteção da Bahia, do Tocantins e de Rondônia. O anúncio foi feito durante a 79ª Assembléia Geral de Delegados da OIE, que termina nesta sexta-feira (27/5), em Paris. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é representado no encontro pelo diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Henrique Marques.

Segundo o coordenador-geral de combate às doenças do Ministério da Agricultura, Orasil Romeu Bandini, as áreas já eram consideradas de proteção livres da doença com aplicação de vacina pelo Ministério desde a publicação da Instrução Normativa nº 45, de 28 de dezembro de 2010, mas ainda não tinham o
aval internacional. Com a resolução da OIE, as três unidades passam a ter o mesmo status sanitário em todo o território, sem restrições quanto ao comércio e trânsito de animais.

“Antes, era preciso fazer
quarentena e sorologia dos animais. Isso encarecia o processo e desestimulava a pecuária nessas regiões. A partir da declaração do governo brasileiro no final do ano passado, o valor do bezerro quase dobrou em alguns desses estados”, revela. 

As áreas foram estabelecidas para isolar parte da Bahia, do Tocantins e de Rondônia – consideradas livres da doença com vacinação pela OIE – de áreas fronteiriças com estados que têm status sanitário inferior, como Pernambuco, Piauí, Maranhão e Amazonas.

Na Bahia, a zona abrange oito municípios – Casa Nova, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Pilão Arcado, Buritirama, Mansidão, Santa Rita de Cássia e Formosa do Rio Preto –, com cerca de 10 mil criadores e um rebanho de aproximadamente 255 mil cabeças. No Tocantins, os municípios que compõem a área são: Barra do Ouro, Campos Lindos, Goiatins, Lizarda, Mateiros, Recursolândia e São Felix do Tocantins, onde o rebanho está estimado em 133,6 mil cabeças. Em Rondônia, a zona inclui o norte de Porto Velho e parte dos municípios de Canutama e Lábrea (localizados no Amazonas). 

Classificação

Hoje, 15 unidades da federação são reconhecidas pela OIE como livres de febre aftosa com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal. Além disso, detêm esse status a região Centro-Sul do Pará e os municípios de Guajará
e Boca do Acre, no Amazonas.

O estado de Santa Catarina é considerado pela OIE como livre da doença sem vacinação. O Ministério da Agricultura reconhece como risco médio de febre aftosa os seguintes estados: Alagoas, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí e a região Centro-Norte do Pará. Em alto risco encontram-se Roraima, Amapá e as demais áreas do Estado do Amazonas.
 
Fonte:Revista Globo Rural

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Compra Direta beneficiará cinco mil agricultores do RN,


Mais de cinco mil pequenos produtores de 140 municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte serão beneficiados com o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura - PAA (Compra Direta). A edição 2011 foi lançada nessa quinta-feira (26) no auditório do Escritório Central da Emater-RN, no Centro Administrativo, em Natal, com a participação de agricultores familiares, prefeitos e representantes de instituições voltadas para o meio rural. Os recursos financeiros, já garantidos, são da ordem de R$ 6,9 milhões.

O Compra Direta é uma ação do Governo Federal, através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), executada pelo Governo do Estado através da Emater-RN. Seu objetivo é adquirir dos agricultores familiares produtos beneficiados ou não, como frutas, verduras, derivados do leite, carnes, bolos, doces e biscoitos, e doá-los a instituições como creches, escolas e hospitais públicos, abrigos de idosos. O Compra Direta garante alimentação saudável e de qualidade para pessoas que vivem em situações de vulnerabilidade social em 2.055 instituições cadastradas totalizando 615 pessoas contempladas direta e indiretamente.         

Durante a solenidade, o secretário da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape), Betinho Rosado, representando a governadora Rosalba Ciarlini, ressaltou a importância do Compra Direta como um agente que promove a inclusão social do homem do campo, evitando o êxodo rural através da ocupação e renda. Betinho Rosado ressaltou que a governadora solicitou à Sape a implementação da agricultura com ações que permitam a qualidade de vida da população rural.

O prefeito do município de Ielmo Marinho, na região agreste, Germano Patriota, falando em nome dos demais governantes municipais, fez elogios ao PAA, argumentando que o programa é oportuno porque no interior a maioria da população vive da agricultura. Germano Patriota afirmou que o Compra Direta fortalece a economia dos municípios incentivando a produção rural, garantindo a aquisição dos produtos a preço de mercado e evitando a ação dos atravessadores.

Estão aptos a participar do Compra Direta agricultores inscritos no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Cada fornecedor pode comercializar até R$ 4.500,00 por ano ao Governo do Estado. As notas fiscais das negociações com os agricultores familiares são processadas eletronicamente. O objetivo é evidenciar a transparência e agilizar as ações do PAA.

Fonte: EMATER -RN

31 de Maio - Não Haverá Prorrogação

Dia 31 de maio é o último dia para adquire a vacina contra Febre Aftosa, devendo ser vacinado os bovinos e bubalinos (inclusive os recém-nascidos).

A Febre Afotsa é uma doença contagiosa, causada por vírus de rápida multiplicação, é transmitida por animais ou materiais infectados, veículos, equipamentos e pessoas que tiverem contato com o vírus.

VAMOS TORNAR O RN LIVRE DESSA DOENÇA
Somente com a vacinação você pode prevenir que seu gado não se contamine. Vacine seu rebanho e faça a sua declaração no escritório da EMATER. Com a declaração do rebanho você pode obter a guia de trânsição animal (GTA), indispensável para permissão de circulação do seu rebanho.

LEMBRE-SE
1º Etapa: 01 a 31 de maio de 2011
2º Etapa: 01 a 30 de Novembro

Fonte: ematerfelipeguerra.blogspot.com

quarta-feira, 25 de maio de 2011

América Latina possui maior biodiversidade do mundo.

A América Latina e o Caribe concentram a maior extensão no mundo de florestas dedicadas à conservação da biodiversidade, com 26% dos 366 milhões de hectares destinados a esta função em nível global, informou nesta terça-feira (24/05) a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A FAO destacou que a América do Sul, a América Central, o México e o Caribe acolhem mais de 97 milhões de hectares cuja principal função é conservar a diversidade biológica.

"Bilhões de pessoas dependem das florestas, e cada um dos habitantes do planeta se beneficia delas", informou em comunicado o oficial encarregado do Escritório Regional da FAO para a América Latina e o Caribe, Alan Bojanic. "A biodiversidade das florestas é fonte de alimentos e remédios e dezenas de produtos madeireiros e não madeireiros", afirmou Bojanic.

A organização destacou que as florestas representam "um dos depósitos mais importantes de diversidade biológica terrestre" e cumprem, além disso, um importante papel na retenção de carbono e na redução das emissões de gases do efeito estufa.

Segundo dados da FAO, a área florestal dedicada à conservação da biodiversidade aumentou em mais de 95 milhões de hectares desde 1990 em nível mundial. Na América Latina e no Caribe, a superfície desse tipo de área cresceu em 3 milhões de hectares anuais desde 2000.

No total, a região possui cerca de 50% das florestas primárias do mundo, as maiores no ponto de vista da biodiversidade e da conservação, as quais cobrem mais de 663 milhões de hectares. 
Fonte: Revista Globo Rural

Câmara aprova novo Código Florestal .

O Congresso Nacional votou na noite desta terça-feira (24/05) o novo Código Florestal brasileiro. O projeto de reforma teve como relator o deputado Aldo Rebelo (PCdoB) e foi aprovado em sessão extraordinária da Câmara dos Deputados. Junto com o Código foi aprovada também a emenda 164, de autoria de Rebelo. A emenda repõe no relatório final o artigo sobre as APPs que diz que as áreas consolidadas permanecem como estão.

A nova legislação pode substituir o Código Florestal editado em 1965. Para o deputado Aldo Rebelo, o aprovação da Câmara sobre o novo código é uma vitória tanto do
agronegócio como do meio ambiente brasileiros. “Estamos regularizando 90% das propriedades rurais do país que estavam na ilegalidade e mantendo as Áreas de Proteção Permanente (APPs), coisa que nenhum país do mundo tem”, avaliou Rebelo.

Considerado celeiro do mundo, o Brasil destina 30% de suas terras às
atividades agrícolas e pecuárias, mas a expansão do agronegócio esbarrou na questão ambiental e a criação de um novo Código Florestal se tornou primordial para o país. O projeto tramitava há 12 anos na Câmara dos Deputados, mas as pressões internacionais sobre o desmatamento no país aceleraram a discussão da reforma nos últimos dois anos. 

Mudanças
Com a reforma, as APPs serão mantidas. Além disso, nas margens de rios de até 10 metros onde já existe cultivo agrícola, a proteção cai dos antigos 30 metros, para 15 metros. A reserva legal também permanece a mesma e varia de 20% a 80% dependendo da região do país.

Outra mudança é que a partir de agora será permitido somar as áreas de APPs no cálculo da reserva legal. A partir do novo Código Florestal o cálculo da
reserva legal será feito apenas com base na parte do terreno que exceder quatro módulos fiscais.

Quanto às áreas consolidadas, o novo código dispensa propriedades de até quatro módulos fiscais da necessidade de recomposição das áreas de reserva legal utilizadas, mas é provável que o Senado vete esta emenda e a discussão retorne à Câmara.


Depois de aprovado na Câmara dos Deputados o projeto segue para o Senado imediatamente, que o aprova ou rejeita. Se aprovado, o Código segue para ser promulgado pela presidente da República, se rejeitado é arquivado. O
agricultor terá cinco anos para se adequar a nova legislação.

Fonte: Revista Globo Rural

MDS vai investir R$ 5 milhões na distribuição de produtos da agricultura familiar.

Serão financiados a elaboração de projetos básicos, execução de obras e instalações, aquisição de veículos, equipamentos, materiais permanentes e de consumo.
 
Municípios pertencentes ao Programa Territórios da Cidadania e com população de até 50 mil habitantes poderão receber recursos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para implantar unidades de apoio à distribuição de alimentos da agricultura familiar. Para isso, eles devem participar do edital de seleção pública do MDS que está destinando recursos de R$ 5 milhões para a ação.

Essa é a primeira vez que o MDS apoia a construção dessas unidades, que são espaços físicos equipados para auxiliar a distribuição de produtos da agricultura familiar, em especial os dos Programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e da Alimentação Escolar (PNAE), conforme Lei nº 11.947/2009. As unidades podem desenvolver o apoio à comercialização direta dos alimentos nos mercados locais e regionais, buscando a inclusão social e produtiva e o fortalecimento de sistemas públicos agroalimentares locais de base agroecológica e solidária.

Para participar do edital, os municípios devem inscrever a proposta, até 7 de julho, no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (https://www.convenios.gov.br/portal/). Além da exigência de participar dos Territórios da Cidadania e ter até 50 mil habitantes, os municípios precisam estar inseridos no PAA. Mais detalhes da inscrição podem ser consultados no edital publicado no portal do MDS (http://www.mds.gov.br/segurancaalimentar/editais).

Serão financiados a elaboração de projetos básicos de arquitetura e engenharia, execução de obras e instalações, aquisição de veículos, equipamentos, materiais permanentes e de consumo, no valor máximo de R$ 450 mil por proposta. A gestão e a manutenção das unidades são de responsabilidades dos municípios. O resultado será divulgado dia 8 de agosto.
 
O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) contribui para a segurança alimentar e nutricional de pessoas atendidas pela rede de equipamentos públicos de alimentação e nutrição (Restaurantes Populares, Cozinhas Comunitárias, Bancos de Alimentos) e pela rede socioassistencial, além de promover a inclusão econômica e social no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.

Os alimentos são adquiridos diretamente de agricultores familiares ou de suas organizações (cooperativas e associações), dispensada a licitação, desde que os preços sejam compatíveis com os praticados nos mercados locais e regionais. Por ano, os agricultores podem vender ao programa R$ 4,5 mil. Na modalidade leite, os produtores podem vender R$ 4 mil por semestre.

Desde 2003, o PAA já investiu mais de R$ 3,5 bilhões na aquisição de 3,1 milhões de toneladas de alimentos de cerca de 160 mil agricultores por ano. Os produtos abastecem anualmente 25 mil entidades. Para 2011, o orçamento do programa é de R$ 640 milhões.

Fonte: MDS 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Agricultores Familiares Criam Confederação Nacional.

A Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) oficializa sua autonomia nesta terça, dia 24. Segundo o articulador da nova organização, Carlos Lopes, o setor nunca teve bandeira própria e as duas grandes confederações da área - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) - não possibilitavam a independência.
 
Lopes disse que a Conafer já nasce com 340 sindicatos e oito federações estaduais, representando 1,8 milhão de filiados.
 
– Até o fim do ano teremos federações em todos os estados e no Distrito Federal, afirma.
 
O número de agricultores familiares, público-alvo buscado pela nova confederação, é aproximadamente 18 milhões de pessoas, podendo dobrar se considerados todos os trabalhadores do setor.

– Atualmente vivemos uma realidade na qual não nos sentimos assistidos. Não podemos ser representados sem ter representantes. Temos que ter voz própria – disse Lopes.

Ele deve ser o primeiro presidente da Conafer e já foi presidente da Federação dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Fafer) no Centro-Sul.

A Conafer será lançada na Câmara dos Deputados, durante o Encontro Nacional dos Sindicatos da Agricultura Familiar, no dia marcado para mais uma tentativa de votação do novo Código Florestal. Seus articuladores consideram importante a aprovação do texto, mas querem garantias de que as peculiaridades da agricultura familiar serão explicitadas em lei e terão tratamento diferenciado.

– A agricultura familiar não aceita ser punida por produzir alimentos em um país onde há milhões de pessoas passando fome. Enquanto os grandes plantam pensando apenas em exportar, os agricultores familiares são responsáveis por 70% dos alimentos produzidos no Brasil – relata Lopes.

Para ele, a Conafer dará mais força aos agricultores familiares para cobrar políticas públicas específicas e eficazes dos governos federal, estaduais e municipais.

– Os investimentos públicos devem contribuir efetivamente para a nossa capacitação. Temos que ter acesso a novas tecnologias agrícolas e a sistemas de melhoria da gestão das propriedades, o que resultará em maiores ganhos de produtividade, fortalecimento da produção sustentável e aumento da geração de renda.

Fonte:Canal Rural

sábado, 21 de maio de 2011

Cursos via internet ganham popularidade no meio rural.

Segundo dados do Senar, matrículas aumentaram 73% nos primeiros três meses de 2011



Nos primeiros três meses de 2011, o número de matrículas para os cursos gratuitos promovidos à distância pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) cresceu 73% em relação ao trimestre anterior, superando a marca dos 8,5 mil alunos inscritos. A procura é bem distribuída por todo o país, com maior destaque para os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Outro dado chamou a atenção durante o levantamento dos resultados preliminares – mais de 30% dos alunos que se utilizam dos cursos oferecidos pela EaD Senar não possui computador ou acesso à internet em casa. “Os produtores rurais perceberam que podem utilizar o computador do sindicato rural mais próximo de sua propriedade, das escolas ou das lan houses, como forma de aproveitar os benefícios oferecidos”, destaca Solon Coutinho de Lucena Neto, gestor do portal de educação à distância do Senar.

Segundo ele, os cursos oferecidos em sites permitem que a comunicação entre aluno, tutor e monitor ocorra com facilidade por meio de ferramentas como o tira-dúvidas, chat, fórum e e-mail, que auxiliam em relação os questionamentos do estudante, e também possibilitam a realização de debates sobre o desenvolvimento rural brasileiro. Temas como educação no campo, Código Florestal e reforma agrária são abordados nos cursos. 
Fonte: Revista Globo Rural

Jovem acredita na vida no campo e produz mais alimentos.

O agricultor familiar Jeferson Isoton, 28 anos, é um exemplo de quem acredita que do campo pode tirar seu sustento e viver com qualidade. Há dois anos, ele decidiu assumir o trabalho na propriedade da família, no núcleo rural Taquara, em Planaltina (DF), onde vive com a mãe e o padrasto. Um dos motivos para a decisão foi a facilidade para acessar o financiamento de um motocultivador de 14 CV no valor de R$24 mil.
 
Graças ao Mais Alimentos, uma linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Jeferson, que antes trabalhava na lavoura dos tios e ganhava um salário mínimo, comprou também uma carreta e implementos que utiliza para cultivar uma área de quatro hectares, onde produz tomate, pimentão e mandioca. No início, Jeferson apostou em culturas como pepino, berinjela e abóbora. Ele lembra que, antes da compra, tinha de contratar mão de obra no período de colheita. “E não ficava tão bom como fica agora com este micro trator”, ressalta.
 
O preparo adequado da terra proporcionou mais produção e diversificação. E foi com a orientação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater/DF) que Jeferson aumentou o cultivo de pimentão. A produção que antes era de cinco mil pés, passou para 11 mil. Além disso, conseguiu diversificar a oferta de produtos, com o cultivo de tomate. Os produtos são entregues à Cooperativa de Taquara (Cootaquara), que comercializa a produção dos cooperativados para grandes supermercados do Distrito Federal e a Ceasa. Com a estruturação da produção, ele aumentou a renda mensal de R$ 600,00 para R$ 2 mil.
 
O extensionista da Emater/DF da gerência de Taquara, Carlos Banci destaca a contribuição da assistência técnica para transformar Jeferson em “um empreendedor rural”. “Nós conhecíamos o seu potencial e o estimulamos, com orientação técnica e motivação.”
 
 Mais Alimentos
 
Criado em 2008 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Mais Alimentos promove a modernização produtiva das unidades familiares agrícolas de todo o Brasil e atende projetos individuais (até R$ 130 mil) e coletivos (até R$ 500 mil), com juros de 2% ao ano, até três anos de carência e prazo de pagamento de até dez anos.
 
O Programa financia máquinas, implementos agrícolas, colheitadeiras, veículos de transporte de carga, projetos para construção de armazéns e silos, cerca elétrica para isolamento do rebanho, melhoramento genético, correção de solo, formação de pomares e melhoria da logística administrativa das propriedades rurais, como a informatização dos estoques, entre outras ações.
Fonte: Portal do MDA 
Foto: Eduardo Aigner/MDA

Produtores de mel querem aumentar competitividade com colmeias certificadas.


 A exigência da aplicação de normas técnicas na fabricação de colmeias tem melhorado a produtividade e a qualidade dos produtos da Associação Paulista dos Pequenos Produtores Rurais de Monteiro Lobato e Região (APPR). O grupo exige dos fornecedores que as colmeias fabricadas estejam de acordo com a norma NBR 15713 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

"Seguir esses parâmetros significa aumentar a competitividade, por causa da redução de custo no manejo das abelhas e na colheita do mel", garante o diretor-secretário da APPR, Baltazar Oliveira Ferreira. "Trabalhar com colmeias não padronizadas ocasiona uma série de transtornos, como problemas de espaço, ocasionando estresse nas abelhas", explica.

Recentemente a APPR pediu orçamentos de vários fabricantes para a compra de um lote de 50 colmeias. Um dos requisitos estabelecidos foi que os equipamentos estivessem de acordo com a norma da ABNT. Venceu a marcenaria Bottcher, de Nova Concórdia, em Santa Catarina. "Desde 2010 passamos a adotar as referências sugeridas. Hoje toda a nossa produção - cerca de 400 colmeias por mês - segue os parâmetros de normalização, gerando muitos ganhos", relata o representante da empresa, Elvis Bottcher.

Diferencial

A ABNT NBR 15713 foi elaborada com expressiva participação de produtores rurais e pequenos empresários. "Havia grande variabilidade nos parâmetros utilizados na construção desses equipamentos. O resultado gerava perdas e baixa produtividade nos processos de produção apícola", explica a analista de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae, Hulda Oliveira. Para ela, com a norma técnica e o incentivo à sua aplicação, por meio da exigência nos processos licitatórios, todos ganham.

Fonte:Revista Globo Rural